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Rosell tem pedido de pena reduzido em caso com a CBF

O ex-presidente do Barcelona é acusado de lavagem de dinheiro da Confederação Brasileira de Futebol

14 mar 2019
18h10
atualizado às 18h29
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Sandro Rosell, ex-presidente do Barcelona, que estava preso desde 2017 e foi solto no mês passado, teve o pedido de pena reduzido pelo promotor espanhol José Javier Polo em caso de lavagem de dinheiro envolvendo a Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

Nesta quinta-feira, em julgamento realizado na Audiência Nacional da Espanha, o ex-presidente do clube catalão teve a boa notícia de que o pedido do representante do Ministério Público foi aceito e sua pena foi reduzida de 11 para seis anos, assim como seu ex-sócio, Joan Besoli, que teve a reclusão diminuída de 10 para cinco anos.

Rosell está respondendo em liberdade (Foto: AFP)
Rosell está respondendo em liberdade (Foto: AFP)
Foto: LANCE!

No julgamento desta quinta-feira, o promotor afirmou que explicará o motivo do pedido de redução de pena na próxima audiência, que será realizada no dia 25 de março.

O Ministério Público Espanhol ainda quer que Rosell pague uma multa de 66 milhões de dólares, cerca de R$252.9 milhões, e que o ex-presidente fique fora de qualquer atividade executiva relacionada a futebol nos três anos seguintes ao cumprimento da pena.

ENTENDA O CASO

Rosell é acusado de lavagem de dinheiro por usar a empresa de marketing esportivo BSM para fazer negócios com a CBF em relação a vendas de direitos televisivos de 24 amistosos da Seleção Brasileira para um grupo da Arábia Saudita.

O MP atesta que Rosell e Ricardo Teixeira, então presidente da entidade máxima do futebol brasileiro, estariam envolvidos no caso e teriam recebidos comissões de formas ilegais durante as negociações.

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