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Cruzeiro não pagou pai de santo contratado para evitar queda

Os serviços do religioso foram contratados pelo então gestor do futebol Zezé Perrella

23 abr 2020
13h06
atualizado às 13h30
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O Cruzeiro tentou recorreu até para a religião para tentar evitar a queda do time no Campeonato Brasileiro de 2019. A Raposa contratou os serviços de um pai de santo para fugir do rebaixamento à Série B. Todavia, sem obter o resultado esperado, não quitou o valor total com o pai de santo, orçado em R$ 10 mil. apenas R$ 6 mil foram pagos.

Jogadores do Cruzeiro lamentam queda à Série B.
Jogadores do Cruzeiro lamentam queda à Série B.
Foto: Telmo Ferreira / Framephoto / Estadão Conteúdo

Perrella fez o pagamento a Reginaldo com dinheiro do Cruzeiro, apesar da fase financeira ruim que o clube vive desde meados de 2019, quando vieram à tona as falcatruas da diretoria capitaneada por Wagner Pires de Sá.
Perrella negou contato com o pai de santo, mas Benecy Queiroz, superintendente do clube, confirmou que houve um trabalho de ordem religiosa no clube.

O combinado era parcelar os valores pagos pelo trabalho. A primeira parcela, de R$ 2500 foram pagos no dia 16 de outubro, no dia que a Raposa quebrou um jejum sem vitórias, ao bater o São Paulo por 1 a 0, no Mineirão.

Após completar R$ 6 mil em transferências, o Cruzeiro parou de pagar a Reginaldo Muller Pádua no fim de outubro. Coincidentemente foi quando o time caiu de vez de desempenho, culminando no rebaixamento para a segunda divisão nacional.

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