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Justiça italiana ouve suspeitos de escândalo de prostituição

Esquema envolvendo uma agência já levou à prisão de quatro pessoas

27 abr 2026 - 15h30
(atualizado às 15h47)
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As quatro pessoas presas na Itália sob acusação de participação em um suposto esquema de exploração da prostituição, voltado especialmente a jogadores de futebol, passaram por audiências preliminares nesta segunda-feira (27), em Milão.

Esquema envolvendo uma agência já levou à prisão de quatro pessoas
Esquema envolvendo uma agência já levou à prisão de quatro pessoas
Foto: ANSA / Ansa - Brasil

O casal Emanuele Buttini e Deborah Ronchi, apontado como líder do esquema centrado na agência de fachada Ma.De Milano, foi interrogado pelas autoridades responsáveis pelo caso. Os outros suspeitos ouvidos foram Alessio Salamone e Luan Fraga, descritos como "participantes" e responsáveis pela gestão das mulheres e pela intermediação dos encontros com os atletas.

O quarteto está em prisão domiciliar desde 20 de abril. Paralelamente, os investigadores utilizam palavras-chave para analisar os celulares apreendidos e identificar os apelidos de mais de 60 jogadores, incluindo jovens promessas e nomes de destaque da Série A.

As autoridades envolvidas na investigação também buscam rastrear o dinheiro arrecadado pelo grupo, que pode ter sido desviado para o exterior.

Até o momento, nenhum atleta é alvo do inquérito, já que não há indícios de irregularidades por parte dos jogadores. No entanto, o grande número de nomes mencionados indica o amplo alcance da agência, responsável por organizar festas e encontros com mulheres para atletas.

As festas ocorriam em boates de luxo em Milão, geralmente após partidas, e incluíam o uso de gás hilariante (óxido nitroso, ou N?O), um agente inalatório utilizado em contextos médicos para sedação consciente, mas que também pode provocar euforia leve e não é considerado doping. Há ainda suspeitas de que o grupo atuava na ilha de Mykonos durante o verão europeu.

O serviço era divulgado por meio de uma página no Instagram e, segundo o Ministério Público, era direcionado a pessoas "dispostas a gastar somas significativas para usufruir de serviços", incluindo a participação de mulheres também disponíveis para "atividades de natureza sexual". .

Ansa - Brasil
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