Ivete Sangalo, "Romaria" e Ayrton Senna viram tema de apresentações no Mundial de Ginástica Rítmica
Campeonato Mundial de Ginástica Rítmica Rio 2025
Não são apenas as brasileiras que estão no clima do Brasil no Campeonato Mundial de Ginástica Rítmica 2025 para conquistar a torcida. Atletas estrangeiras também apostaram em referências nacionais para se conectar com o público carioca no Parque Olímpico.
Uma das favoritas ao pódio, a italiana Tara Dragas, escolheu para sua série de fita a canção "Cria da Ivete", de Ivete Sangalo, em homenagem aos ritmos de Salvador. A atleta explicou que sonhava em competir em um Mundial no Brasil e quis aproveitar a oportunidade para criar uma apresentação especial, chegando a ajustar alguns trechos da letra para que a música ficasse adequada à rotina.
Já a húngara Fanni Pigniczki decidiu homenagear Ayrton Senna em sua série de arco. Inspirada pela série da Netflix sobre o tricampeão de Fórmula 1, a ginasta usa um collant com a imagem do piloto e seu icônico capacete, além de um arco com o nome de Senna. A música da apresentação também traz trechos da produção, resultado de uma ideia de sua treinadora que buscava fugir dos ritmos tradicionais brasileiros. Pigniczki contou que mergulhou no universo da Fórmula 1, passou a acompanhar corridas e se apaixonou pela história do ídolo brasileiro, embora hoje tenha como favorito o britânico Lando Norris.
Outras ginastas também aderiram ao repertório nacional. A luxemburguesa Elena Meysembourg se apresentou ao som da clássica "Mas Que Nada", de Sérgio Mendes, enquanto a boliviana Mayte Guzman trouxe o sertanejo com a versão de Daniel e Seu Jorge para "Romaria". As escolhas mostram como a força da cultura brasileira se espalha além das fronteiras e prometem embalar o Mundial com a mistura de música, esporte e emoção.
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