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Irmãos escoceses batem recorde ao cruzar o Pacífico em barco a remo

Trio completa travessia de 14,5 mil km do Peru à Austrália em 139 dias

30 ago 2025 - 08h32
(atualizado às 11h35)
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Resumo
Irmãos escoceses Ewan, Jamie e Lachlan MacLean bateram o recorde mundial ao cruzar o Pacífico em barco a remo em 139 dias, percorrendo 14,5 mil km do Peru à Austrália e enfrentando grandes desafios.
Irmãos celebram chegada após cruzar o Oceano Pacífico em barco
Irmãos celebram chegada após cruzar o Oceano Pacífico em barco
Foto: Reprodução/Instagram/@themecleanbrothers

Os irmãos Ewan, Jamie e Lachlan MacLean estabeleceram neste sábado (30) um novo recorde mundial ao concluir a travessia mais rápida do Oceano Pacífico em barco a remo. A jornada começou em abril, em Lima, no Peru, e terminou 139 dias depois em Cairns, na Austrália, após 14,5 mil quilômetros percorridos.

Durante a expedição, os escoceses enfrentaram tempestades violentas, exaustão, doenças e até o risco de ficar sem comida. Em um dos episódios mais críticos, Ewan chegou a cair no mar antes de ser resgatado pelos irmãos.

"Foi a travessia mais rápida do Pacífico feita apenas com força humana, sem paradas e sem apoio", celebraram nas redes sociais. "Depois de 139 dias no mar, estamos muito felizes por voltar à terra firme com nossos amigos e familiares."

A recepção em Cairns contou com gaitas de fole e familiares emocionados. Celebridades como Mark Wahlberg e o ator Ewan McGregor manifestaram apoio durante a aventura.

Segundo Jamie, o irmão do meio, os últimos dias foram os mais desafiadores. "Chegamos a acreditar que ficaríamos sem comida. Mesmo exaustos, tivemos que acelerar o ritmo para não ver os suprimentos acabarem", disse. A primeira refeição após a chegada foi uma pizza.

Poucos se arriscam a atravessar todo o Pacífico, da América do Sul à Austrália. O percurso central, da Califórnia ao Havaí, é o mais comum. No início deste ano, o lituano Aurimas Mockus desistiu da travessia por causa do ciclone tropical Alfred.

"Esse foi o desafio mais duro da minha vida, e eu não teria feito sem meus irmãos", afirmou Ewan. "Houve momentos de choro, de medo e de tristeza, mas também de superação. O apoio que recebemos fez toda a diferença."

A aventura também arrecadou recursos para projetos de água potável em Madagascar. Não é a primeira façanha dos MacLean: em 2020, eles já haviam cruzado o Atlântico em 35 dias, partindo das Ilhas Canárias até Antígua, estabelecendo três recordes mundiais.

Estadão
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