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Infantino buscou apoio de Trump após fracasso de plano na Fifa, diz NY Post

3 ago 2026 - 10h05
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O presidente da Fifa, Gianni ‌Infantino, buscou apoio do governo Trump em meio a críticas crescentes após o fracasso de seu plano de vender uma participação nos direitos comerciais da Copa do Mundo, informou o New York Post nesta segunda-feira, citando ⁠fontes a par do assunto.

O Post informou que ‌Infantino tentou repetidamente, sem sucesso, entrar em contato por telefone com o presidente dos EUA, Donald Trump, ‌desde que a proposta fracassou na ‌sexta-feira, e que o chefe da Fifa ⁠se sentia "isolado" diante de uma avalanche de cobertura negativa da mídia.

Segundo o Post, Infantino agendou conversas privadas com o secretário de Estado Marco Rubio, com duas fontes a par do assunto confirmando que o chefe da ‌Fifa faria uma ligação com o principal diplomata dos ‌Estados Unidos nesta ⁠manhã. Em ⁠postagem no X, a secretaria adjunta de Estado para Assuntos Públicos ⁠disse que não há ‌planos para que ‌Rubio converse com Infantino, e não há nenhuma ligação prevista para esta manhã.

As críticas se intensificaram em relação ao plano fracassado de Infantino de separar ⁠os ativos comerciais da entidade que rege o futebol mundial em uma nova entidade apoiada por investidores privados.

A Fifa não fez comentários imediatos, enquanto a Casa Branca não respondeu de ‌imediato a um pedido de comentário da Reuters.

O plano da Fifa de levantar até US$4,2 bilhões junto ⁠a investidores privados por meio da venda de uma participação de cerca de 20% em uma nova entidade responsável por supervisionar competições, incluindo a Copa do Mundo, foi abandonado na sexta-feira após forte resistência das partes interessadas.

Com a ideia abandonada, a atenção agora se volta para as possíveis repercussões para o suíço Infantino, de 56 anos, cuja candidatura a um novo mandato como presidente da Fifa, de 2027 a 2031, enfrenta um escrutínio cada vez maior após o fracasso da iniciativa.

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