Veja 25 "escorraçados" que brilharam depois em outros clubes
Compartilhar
Nem sempre um jogador que não dá certo em um clube está fadado ao fracasso. Em alguns casos, atletas que saíram odiados pela torcida, massacrados pela imprensa e até brigados com seus companheiros deram a volta por cima em outras equipes e se consagraram, chegando a causar arrependimento em quem os perseguiu. Veja 25 jogadores que saíram "escorraçados" de seus clubes e depois brilharam em outros lugares:
Foto: /AFP / Getty Images
-
Nem sempre um jogador que não dá certo em um clube está fadado ao fracasso. Em alguns casos, atletas que saíram odiados pela torcida, massacrados pela imprensa e até brigados com seus companheiros deram a volta por cima em outras equipes e se consagraram, chegando a causar arrependimento em quem os perseguiu. Veja 25 jogadores que saíram "escorraçados" de seus clubes e depois brilharam em outros lugares:Foto: /AFP / Getty Images
-
Em 1999, o jovem Thierry Henry chegou à Juventus como um astro em ascensão, mas marcou apenas três gols em 16 jogos e menos de um ano depois foi vendido para o Arsenal. Na Inglaterra, o técnico Arséne Wenger mudou o posicionamento do atacante e ele estourou: foi quatro vezes artilheiro do campeonato inglês, sendo eleito pela Fifa o segundo melhor jogador do mundo em duas oportunidades.Foto: Getty Images
-
Promessa nas categorias de base do São Paulo, Oscar acionou o clube na Justiça, alegando atraso no pagamento de salários e benefícios, e deixou a equipe, causando a ira da torcida. Anunciado como reforço do Internacional em junho de 2010, o meia vem fazendo um bom Campeonato Brasileiro e foi o destaque da Seleção no Mundial Sub-20, em agosto. O time paulista ainda recorre contra a decisão.Foto: Jefferson Bernardes/Vipcomm / Divulgação
-
Revelado no início da década de 90 pelo Flamengo, Paulo Nunes nunca conseguiu se firmar como titular no clube rubro-negro. Foi negociado com o Grêmio em 1995, onde fez uma dupla de sucesso com Jardel, conquistando a Libertadores daquele ano e o Brasileiro de 1996. Com seu faro de gol apurado, foi considerado por muitos o jogador mais importante daquela equipe.Foto: AFP
-
Deco foi revelado pelas categorias de base do Corinthians, mas fez apenas dois jogos como profissional pelo clube. Sem espaço no time, foi para o CSA de Alagoas e em seguida para Portugal, onde rodou por Benfica, Alverca e Salgueiros antes de assinar com o Porto, em 2003. Foi ali, sob o comando do então desconhecido José Mourinho, que o mundo descobriu o jogador, na conquista da Liga dos Campeões daquela temporada.Foto: Getty Images
-
Quando jogava no Palmeiras, Taddei era o símbolo do jogo feio, do time cheio de volantes escalado pelo técnico Celso Roth. Com altos e baixos no Palestra Itália, o jogador deixou a equipe no início de 2002 e foi para o Siena, da segunda divisão italiana. Com boas atuações, Taddei se transefriu para a Roma em 2005, se firmou como titular e vira e mexe até fazia alguns golaços, chegando a ser cogitado para a seleção italiana.Foto: Getty Images
-
Ilsinho é cria das categorias de base do Palmeiras, onde jogou por dez anos. Só que, em 2006, nas negociações para a renovação do contrato, o jogador diz que foi destratado pela diretoria e recebeu uma proposta salarial que considerou baixa. Resultado: quando o vínculo acabou, ele fechou com o rival São Paulo e tornou-se um dos atletas mais elogiados da equipe. Até hoje ele é vaiado quando joga contra o time do Palestra Itália.Foto: Getty Images
-
A passagem do holandês Dennis Bergkamp pela Inter de Milão foi traumática: o jogador chegou como a segunda transferência mais cara da história, mas deixou o bom futebol na Holanda e era hostilizado pela torcida, pela imprensa e até pelos companheiros de equipe. Depois de duas temporadas de "tortura", ele se transferiu para o Arsenal em 1995, onde se tornou ídolo e ficou por 11 anos, até a aposentadoria.Foto: Getty Images
-
Quando jogava no Corinthians, em 1999, Marcos Senna concorria com nomes de peso, como Vampeta e Rincón, por uma vaga no meio campo e não teve muitas chances. Depois de passagens por Juventude e São Caetano, Senna foi em 2002 para o Villareal, da Espanha. Ali, encontrou seu melhor futebol: forte na marcação, disciplinado e dono de um chute forte, o brasileiro se naturalizou espanhol para defender a seleção do país e foi titular na conquista da Euro 2008.Foto: Getty Images
-
No Corinthians, Bobô tinha fama de perder gols feitos e sempre foi criticado pela torcida. Quando surgiu uma proposta do Besiktas, da Turquia, ele não pensou duas vezes antes de aceitar, e fez bem: logo em sua primeira temporada se firmou na equipe e fez o gol do título da Supercopa da Turquia de 2006. Continuou vitorioso nos anos seguintes, com dois títulos da Copa da Turquia e um Campeonato Turco, no qual foi o artilheiro da equipe.Foto: Getty Images
-
No Vasco, ninguém deu muita importância à saída de Jardel. Apesar de ter uma boa média de gols, ele quase nunca jogava e era considerado um grandalhão desajeitado. Foi para o Grêmio em 1995, onde integrou o time campeão da Libertadores daquela temporada e se tornou ídolo. Tanto que, no ano seguinte, quando o Porto fez uma oferta milionária pelo jogador, criou-se a campanha "Fica Jardel", que tentou arrecadar dinheiro para cobrir a proposta portuguesa, em vão.Foto: AFP
-
Bruno César, que começou no interior de São Paulo, chegou a passar pelas categorias de base do Palmeiras, jogou pelo time B, disputando a série A-3 do Campeonato Paulista. Logo em seguida, em 2008, seguiu para o Grêmio, onde também não se firmou. Depois de passar por clubes menores, Bruno César se destacou no Santo André, sendo contratado pelo Corinthians. No clube paulista, foi eleito revelação do Campeonato Brasileiro de 2010.Foto: Ricardo Matsukawa / Terra
-
O uruguaio Diego Forlán é outro que chegou com status de astro em um grande clube europeu e decepcionou. Contratado pelo Manchester United em 2001, demorou oito meses para marcar seu primeiro gol e foi apelidado pela torcida de "Diego Forlorn" (algo como "Diego Esquecido"). Vendido para o Villareal em 2004, logo na primeira temporada foi artilheiro do Espanhol, feito que repetiria no Atlético de Madrid. A ascensão do uruguaio culminaria no prêmio de melhor jogador da Copa de 2010.Foto: Getty Images
-
Edno já havia se destacado na Portuguesa quando se transferiu para o Corinthians em 2009. Sem sucesso e criticado, o atacante chegou a ser emprestado para o Botafogo, onde também não foi bem. Em 2011, voltou a ser emprestado, agora para a Portuguesa. Defendendo o time na Série B do Campeonato Brasileiro, o jogador voltou à boa fase e é o artilheiro do time na competição.Foto: Luis Moura / Gazeta Press
-
Depois de ser campeão da Libertadores pelo Palmeiras em 1999, Alex teve passagens apagadas por Flamengo, Parma, Cruzeiro e Palmeiras. Após três anos sendo considerado um jogador que "dormia" em campo, o meia teve sucesso em sua segunda passagem pelo Cruzeiro, onde comandou em campo a equipe campeã brasileira de 2003 e garantiu a tríplice coroa para a equipe mineira.Foto: Djalma Vassão / Gazeta Press
-
Betão é fruto das categorias de base do Corinthians, o chamado "terrão". O zagueiro, que estreou com a camisa do Corinthians em 2001, nunca chegou a ter status de ídolo e acabou marcado como um dos jogadores da campanha que rebaixou o clube em 2007. Depois de passar seis meses no Santos, o jogador seguiu para o Dínamo de Kiev, da Ucrânia. Lá começou a atuar na lateral direita e se firmou como titular do time nas últimas temporadas.Foto: Reuters
-
Depois da sua primeira passagem pelo São Paulo, Luís Fabiano seguiu para o Porto, onde permaneceu por apenas um ano. Apesar de ter feito parte da equipe vencedora do Mundial de Clubes em 2004, o jogador não fez uma boa temporada em Portugal. Sofrendo com lesões, chegou a ser criticado por dirigentes do clube e, em baixa, se transferiu para o Sevilla. Ali, foi bicampeão da Copa da Uefa, virou ídolo e foi para a Copa de 2010 como titular do Brasil.Foto: EFE
-
Diego transferiu-se em 2004 do Santos para o Porto, que tinha acabado de vencer a Liga dos Campeões. Apesar de ter passado dois anos no clube, Diego não conseguiu jogar tanto quanto gostaria. Na sua segunda temporada em Portugal, o jogador se desentendeu com o técnico Co Adriaanse e ficou boa parte do tempo na reserva, sendo vendido para o Werder Bremen em seguida. Logo na sua chegada, Diego retomou o bom futebol e foi eleito o melhor jogador do Campeonato Alemão 2006-2007.Foto: Getty Images
-
Após brilhar no Guarani e no São Paulo, Neto transferiu-se em 1988 para o Palmeiras. Sob o comando de Emerson Leão, o jogador atuou diversas vezes na ponta esquerda. A alta exigência física deixou as atuações do atleta bastante apagadas. No ano seguinte, foi para o Corinthians, numa troca de jogadores entre os rivais. No alvinegro, o meia tornou-se ídolo e foi um dos principais responsáveis pelo primeiro título brasileiro da equipe, em 1990.Foto: Gazeta Press
-
Após o sucesso no Boca Juniors, Riquelme foi vendido para o Barcelona para a disputa da temporada 2002-2003. Como todo o clube catalão naquele ano, o argentino não foi bem. O jogador chegou a se desentender com o técnico Louis van Gaal e foi parar na reserva. Com a reformulação do clube no ano seguinte, o meia transferiu-se para o Villareal para abrir uma vaga para Ronaldinho. Em sua nova equipe, fez dupla com Diego Fórlan e foi eleito o melhor jogador da Liga Espanhola em 2005.Foto: Getty Images
-
O meio-campista Luís Carlos Goiano (no centro) fez parte do elenco campeão do mundo com o São Paulo de Telê Santana. No entanto, era um desses reservas que quase nunca jogam e deixou o clube. Em 1996, estava no lugar certo, na hora certa: foi campeão brasileiro com o Grêmio, dessa vez como titular absoluto. Suas atuações foram fundamentais para a conquista do campeonato e ele entrou na seleção da competição, eleita pela revista PlacarFoto: RBS/Mauro Vieira / Gazeta Press
-
Com os direitos adquiridos pela Traffic, Maicosuel foi emprestado do Cruzeiro para o Palmeiras em 2008. Na equipe paulista, não teve bom desempenho, passando boa parte do tempo na reserva. No início de 2009, o meia transferiu-se para o Botafogo e em menos de seis meses obteve status de ídolo do clube, sendo eleito melhor jogador do Campeonato Carioca e ganhando o apelido de "Mago".Foto: Agência Lance
-
Apesar da conquista de títulos pelo Corinthians na passagem pelo clube, de 2001 a 2003, Doni não era unanimidade entre os torcedores e sua presença no time titular era questionada. O goleiro ainda chegou a jogar por Santos, Cruzeiro e Juventude antes de ir para a Roma, em 2005. Na Itália atingiu o auge da carreira, sendo titular da equipe por quatro anos e tornando-se nome frequente nas convocações da Seleção de Dunga.Foto: AP
-
O lateral esquerdo Marcos Adriano (no alto, à dir.) foi outro que ficou em segundo plano no São Paulo de Telê. Em 1993, ele perdeu a vaga no time para a revelação André Luiz. Se transferiu para o Flamengo, onde voltou a ser titular, mas a consagração viria no Santos, em 1995. Foi considerado o melhor de sua posição no Brasileiro e ajudou a equipe da baixada a conquistar o vice-campeonato.Foto: Gazeta Press
-
Apesar de algumas boas atuações como jogador do Flamengo, Marcelinho Carioca não agradou a direção tanto assim e foi vendido a contragosto para o Corinthians. Mas foi no clube paulista que o meio-campo teve seu auge. Um dos maiores ídolos da história do Corinthians, Marcelinho é o jogador com o maior número de títulos com a camisa alvinegra.Foto: Gazeta Press
-
Após a primeira passagem vitoriosa pelo Corinthians e uma rápida passagem pelo futebol europeu, Vampeta foi uma das grandes contratações do Flamengo para o milionário time de 2001. Contudo, o atraso de salários fez o volante ficar descontente com o clube, fazendo críticas públicas. A insatisfação causou revolta da torcida e jogador retornou ao Corinthians em 2002, onde foi campeão da Copa do Brasil e garantiu sua presença na Seleção pentacampeã.Foto: Getty Images
Compartilhar
Publicidade
Compartilhar
Publicidade