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Títulos do Bayern na Liga reúnem uma seleção de craques

Beckenbauer, Thomas Müller e outros campeões do mundo pela Alemanha também conquistaram a Champions pelo clube de Munique

20 ago 2020 - 14h46
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São cinco troféus da Champions League e outros cinco vices. Esse é o resumo da participação do Bayern de Munique na competição, cuja atual edição se encerra nesse domingo, com o jogo entre o clube alemão e o PSG, em Lisboa. Nas vezes em que chegou ao topo da Europa, o Bayern contava com uma grande quantidade de craques, nas mais variadas posições, jogadores que ganharam prestígio no mundo todo.

Logo na temporada 1973/74, quando deu início à série vitoriosa, o Bayern reunia de uma só vez o goleiro Sepp Maier, os zagueiros Beckenbauer e Schwarzenbeck, o lateral Breitner e os atacantes Gerd Müller e Uli Hoeness. Eles foram fundamentais na conquista daquele título, disputado em duas partidas contra o Atlético de Madrid (1 a 1 e 4 a 0), em Bruxelas, na Bélgica.

Lewandowski foi o destaque da vitória do Bayern Munique
Lewandowski foi o destaque da vitória do Bayern Munique
Foto: Sven Hoppe / Reuters

Mais do que isso, aquele sexteto também abrilhantaria o time titular da seleção da Alemanha, campeã do mundo em 1974.

Dos seis jogadores, apenas Breitner não repetiu a dose na final da Champions de 1974/75, quando o Bayern superou o Leeds United (2 a 0), em jogo único, em Paris.

Na temporada seguinte, no tricampeonato do time alemão, Maier, Beckenbauer, Müller, Schwarzenbeck e Hoeness contaram com a companhia de outro gigante do futebol mundial, o atacante Rummenigge, atual presidente do Bayern. A nova conquista se consumou com vitória sobre o Saint-Éttiene por 1 a 0, em Glasgow, na Escócia.

Depois disso, o clube amargou um longo jejum de 25 anos na Champions League e só voltou a vencê-la em 2000/01, em Milão. Na oportunidade, enfrentou o Valencia, numa partida decidida em cobranças de pênaltis – motivo pelo qual o goleiro Oliver Kahn fez jus ao prêmio de melhor do mundo na sua posição ao fim de 2001. Ele defendeu três chutes do adversário na disputa pós-tempo normal e prorrogação, que terminou 1 a 1. Nos pênaltis, o placar foi de 5 a 4 para o Bayern.

Kahn atuou na final do Mundial de 2002, no Japão, e não conseguiu parar a dupla Ronaldo-Rivaldo, os dois maestros daquela decisão – 2 a 0 para o Brasil sobre a Alemanha.

Após um novo salto, o Bayern só retomaria o lugar mais alto do pódio da Liga dos Campeões em 2012/13, de novo com uma lista de craques no seu time. Derrotou o Borússia Dortmund por 2 a 1, em Wembley, Londres, com o goleiro Neur, o polivalente Philipp Lahm, o zagueiro Boateng, o meia Schweinsteiger e o atacante Thomas Müller.

Por outro lado, quem defendia o Borússia era o atacante Lewandowski, hoje o principal nome do Bayern.

Esse quinteto seria titular na conquista alemã da Copa do Mundo do Brasil em 2014 e Thomas Müller, o autor do primeiro gol dos 7 a 1 impostos pela Alemanha ao anfitrião, na semifinal, realizada no Mineirão.

Fonte: Silvio Alves Barsetti
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