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Futebol

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Quanto custa ao Botafogo escalar Júnior Santos contra o Atlético-MG? Veja

Atacante tem cláusula no contrato de empréstimo que exige compensação financeira caso seja utilizado contra o Galo no Brasileirão

2 nov 2026 - 20h34
(atualizado às 21h11)
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Resumo
Para escalar Júnior Santos contra o Atlético-MG pelo Brasileirão, o Botafogo terá que pagar uma cláusula indenizatória de R$ 1 milhão ao clube mineiro, detentor dos direitos do atacante emprestado. A diretoria alvinegra avalia o impacto financeiro da decisão na reta final do campeonato, lembrando que, no primeiro turno, optou por poupar os cofres e não relacionou o atleta no empate por 1 a 1. A comissão técnica e a diretoria definirão conjuntamente se o investimento esportivo compensa o custo.

O Botafogo terá uma decisão importante antes de enfrentar o Atlético-MG pelo Campeonato Brasileiro. Para contar com Júnior Santos no confronto desta quarta-feira (4), às 21h30 (de Brasília), no Estádio Nilton Santos, o Glorioso precisará fazer um esforço financeiro.

Foto: Vitor Silva/ Atlético-MG
Foto: Vitor Silva/ Atlético-MG
Foto: Vitor Silva/ Atlético-MG / RTI Esporte

A Agência RTI Esporte apurou que o acordo entre os clube prevê cláusula de pagamento de R$ 1 milhão ao Galo caso o atleta seja relacionado contra sua equipe de origem. O atacante pertence ao Atlético-MG e está cedido temporariamente ao Botafogo até o fim do ano.

Entretanto, o acordo entre os clubes estabelece uma condição específica para os confrontos diretos: o clube da Estrela Solitária precisa pagar uma indenização para ter o jogador à disposição diante dos mineiros.

A situação coloca a diretoria alvinegra diante de uma escolha que envolve questões esportivas e financeiras. A diretoria precisa avaliar se o investimento adicional compensa a possibilidade de utilizar o atacante em uma partida importante na reta final do Brasileirão.

Contrato de Júnior Santos prevê cláusula especial

A exigência financeira foi estabelecida durante a negociação que levou Júnior Santos de Belo Horizonte para o Rio de Janeiro. Como o passe do atacante continua vinculado ao Galo, os clubes incluíram uma proteção contratual para os confrontos durante o período de cessão.

Na prática, o Botafogo não pode utilizar o jogador contra o Atlético-MG sem cumprir a obrigação prevista no documento. O pagamento integral da quantia estipulada é necessário para liberar o atleta para a partida.

Esse mecanismo é comum em empréstimos e prevê compensações financeiras quando o jogador enfrenta o clube que detém seus direitos, protegendo os interesses esportivos e econômicos da equipe cedente.

Botafogo já deixou atacante fora no primeiro turno

A situação não é inédita nesta temporada. No primeiro encontro entre as equipes pelo Campeonato Brasileiro, disputado na Arena MRV, em Belo Horizonte, o Botafogo optou por não relacionar Júnior Santos.

A decisão evitou o pagamento da indenização prevista no contrato. Sem o atacante, os dois times empataram por 1 a 1 em Belo Horizonte. Agora, a condição volta a aparecer justamente no segundo confronto entre os clubes.

Botafogo busca melhorar posição no Brasileirão

O confronto acontece em um momento importante da disputa pelo Campeonato Brasileiro. O time comandado pelo técnico Tite ocupa a 11ª colocação, com 39 pontos, e tenta melhorar sua posição na tabela nas rodadas finais.

A possibilidade de utilizar Júnior Santos, portanto, passa por uma avaliação que vai além das condições físicas e técnicas do atacante. O departamento de futebol também precisa considerar o impacto financeiro da operação.

A decisão final dependerá de uma definição conjunta entre a diretoria e a comissão técnica. Até lá, o contrato de empréstimo estabelece uma condição objetiva: para escalar Júnior Santos contra o Atlético-MG, o Botafogo terá de cumprir a exigência financeira prevista no acordo.

RTI Esporte
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