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Operários das obras para Copa de 2022 terão capacete com refrigeração

19 dez 2016 - 15h06
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Um grupo de pesquisadores desenvolveu um capacete capaz de reduzir a temperatura corporal dos operários, revelou nesta segunda-feira o Comitê Supremo para Entrega e Legado da Copa do Mundo de 2022, que será disputada no Catar.

O produto, que funcionará por energia solar, já foi patenteado internacionalmente, e será colocado em fase de produção por cientistas que trabalham em Doha, junto com os organizadores do Mundial e a Fundação Aspire Zone.

De acordo com o Comitê da Copa, o projeto melhorará as condições de trabalho para os operários nos meses de verão, conforme asseguraram os pesquisadores da Catar University, liderados pelo professor da Faculdade de Engenharia, Saud Abdul Ghani.

"O capacete tem potencial de revolucionar o setor da construção civil nas regiões mais quentes do planeta", garantiu o cientista.

A peça funcionará com um ventilador que sopra ar sobre um material refrigerado na parte superior, que depois descerá para a testa de quem o utiliza, criando um microclima, cerca de 10 graus inferior ao do ambiente.

O capacete, por causa do sistema de refrigeração, que conta com um painel solar, pesará apenas mais 300 gramas.

EFE   
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