"Monotonia da Inglaterra estava me torturando", desabafa Arshavin
"Ficar no banco era um castigo". Todo jogador sabe o quão desagradável é ser preterido por um técnico, sendo relegado ao banco de reservas. Mas o meia russo Andrei Arshavin, 32 anos, revelou, em entrevista divulgada neste sábado (29), que o período no qual isso ocorreu em sua vida, em seu último ano no Arsenal, da Inglaterra, foi um verdadeiro pesadelo.
"Treinar sabendo que não iria jogar é psicologicamente difícil. Quase entrei em depressão", desabafou ao periódico russo Sport Express o jogador, que retornou ao Zenit, de São Petesburgo, neste ano. "Isso só não aconteceu porque sou forte psicologicamente. A monotonia da vida na Inglaterra estava me torturando."
O russo, que disputou apenas 11 jogos na última temporada pela equipe inglesa, ainda admitiu que desde janeiro sabia que iria retornar ao futebol de seu país.