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Marta ou Zeferina? Conheça os apelidos das jogadoras brasileiras

28 jun 2011 - 07h25
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Dassler Marques
Direto de Meerbusch

Perguntado a respeito dos apelidos da Seleção Brasileira, o treinador Kleiton Lima não fez mistério e, bem humorado, abriu o jogo. Às vesperas da estreia contra a Austrália, quarta-feira, em Mönchengladbach, ele aliviou a tensão do ambiente ao contar os apelidos de praticamente todas as jogadoras da equipe brasileira. Ao lado do técnico durante a entrevista coletiva, a zagueira Renata Costa e a volante Formiga gargalharam com as revelações de Kleiton.

"Praticamente não utilizamos nomes. A Formiga é a Miraíldes. Olha que nome lindo! Ninguém conhece (risos). A Renata Costa é a coque (por conta do penteado), a Aline Pellegrino é a Pêle, a Erika é a Cocota, a Elaine é a Baiúca, a Fabiana é Fabi Bahia, a Daniele é a Milho, a Rosana é a Martelinho, porque parece que tem um martelo quando usa a cabeça na bola. Tem a Bagé (Daiane, natural da cidade gaúcha), e a Zeferina, que é a Marta, e todos chamam de Zé", contou Kleiton, abrindo o jogo.

Há ainda outros apelidos na Seleção: a zagueira Renata Costa, além de Coque, também é chamada de Ursinho Pooh. Insperáveis, Formiga, Ester e Elaine são chamadas de Os Três Reis Magos, enquanto a goleira Andréia é carinhosamente chamda de velha. "Sou muito perfeccionista, é por isso", explica. Camisa 1, ela é a mais velha do elenco.

A volante Formiga, a caminho de seu quinto Mundial, conta mais sobre o apelido que já ganhou fama internacional. "Eu tinha 12 anos, disputava um campeonato na Bahia, e um torcedor começou a me chamar assim, porque eu era a menor de todas e corria o campo inteiro", conta ela, que é vista por Kleiton Lima como a mais brincalhona da equipe. "Ela passa muito bom humor e confiança para todas as jogadoras, puxa o pagode no ônibus e na hora do treino puxa a fila para o trabalho", elogia. Segundo ele, ex-comandante do Santos, boa parte dessas amizades surgiram na Vila Belmiro.

"Temos uma intimidade grande, nos acompanhamos desde as seleções de base e dos clubes, então algumas jogadoras têm essa liderança e colocam apelidos. Elas se chamam assim, é uma intimidade dentro de um respeito muito grande e uma forma de a gente se cobrar espontaneamente", acredita Kleiton, que mantém o olhar atento para a Austrália, adversária das brasileiras na abertura do Grupo D, quarta-feira, pela Copa do Mundo de Futebol Feminino.

"Não adianta pensar na Alemanha, que é bicampeã mundial, ou nos Estados Unidos, bicampeões olímpicos. É trabalhar com muita concentração, para que a equipe esteja bem ajustada e a gente possa brigar pelo título. Por isso, atualmente, só pensamos nas australianas", definiu.

Técnico revela apelidos na Seleção feminina de futebol:
Fonte: Terra
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