0

Rodrygo apoia atitude da torcida do Santos em confusão em SP

Atacante saiu em defesa de parte da torcida, que jogou bombas no gramado, quebrou cadeiras e tentou invadir o campo

28 ago 2018
23h00
atualizado às 23h05
  • separator
  • 0
  • comentários

O atacante Rodrygo saiu em defesa de parte da torcida do Santos, que jogou bombas no gramado do Pacaembu, quebrou cadeiras e tentou invadir o campo. "A gente imaginava que poderia acontecer e acho que a torcida fez certo. Aconteceu uma vergonha dessas, então a torcida está totalmente certa de fazer o que fez hoje", disse o atleta.

O duelo com o Independiente, pela Copa Libertadores, foi interrompido aos 35 minutos do segundo tempo, quando bombas foram arremessadas no gramado. A partir daí, instalou-se uma confusão enorme no estádio e o policiamento precisou intervir. Para Rodrygo, após o julgamento da Conmebol a situação ficou bem complicada.

Gabigol, Rodrygo e Vladimir agradecem o apoio da torcida do Santos
Gabigol, Rodrygo e Vladimir agradecem o apoio da torcida do Santos
Foto: Marco Galvão / Fotoarena / Estadão

"O jogo terminou quando saiu o resultado do julgamento, essa vergonha. A vontade era falar um monte de merda aqui, mas querer não é poder, então tenho de ficar quieto. Saio com a tristeza porque praticamente é minha última Libertadores aqui, pois não sei quando terei outra chance de jogar a Libertadores pelo Santos de novo", avisou.

Ele foi negociado com o Real Madrid e se apresentará em julho. A bronca se deve ao fato de a Conmebol ter alterado o resultado do primeiro jogo contra o Independiente, que terminou empatado por 0 a 0, em 3 a 0 para os argentinos, por causa da escalação irregular do meia Carlos Sánchez, segundo a entidade.

"Infelizmente o gol não saiu. Quando você entra já perdendo por 3 a 0 fica um pouco mais difícil. Eles entraram um pouco mais tranquilos, a gente entrou naquela pressão, sabia que seria muito difícil reverter o placar e infelizmente não conseguimos", lamentou. "Era um peso muito grande. Tivemos vontade, mas não deu."

Veja também:

Top Político: Dizer que sou frágil para a Presidência é preconceito, diz Marina Silva

 

Estadão
  • separator
  • 0
  • comentários
publicidade