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Libertadores

Atlético-MG contratou em baixa para montar elenco "barato"; veja preços

24 jul 2013 - 13h04
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<p>Cuca e o presidente Alexandre Kalil, além do diretor Eduardo Maluf, montaram o elenco do Atlético-MG</p>
Cuca e o presidente Alexandre Kalil, além do diretor Eduardo Maluf, montaram o elenco do Atlético-MG
Foto: Ricardo Matsukawa / Terra

Há um lema repetido por comerciantes que explica um pouco da história do Atlético-MG finalista da Copa Libertadores. O segredo do lucro, diz este lema, não está em vender por preços baixos. Mas sim no valor da compra da mercadoria. Ao assinar com vários jogadores a preços relativamente baixos para o mercado nacional, a direção atleticana montou uma folha salarial que pode ser chamada de enxuta.

Segundo dados obtidos pelo Terra, o Atlético gasta pouco mais de R$ 4 milhões mensais com os ordenados de seus jogadores. A folha salarial atleticana é a sétima entre os 20 clubes da Série A do Campeonato Brasileiro. O investimento é inferior aos de Fluminense, Grêmio, Internacional, São Paulo, Corinthians e até mesmo do rival Cruzeiro.

Os vencimentos de Ronaldinho correspondem a aproximadamente 25% do que o Atlético gasta mensalmente com seu elenco. Há um ano, depois de rescindir com o Flamengo, ele firmou vínculo por pouco mais de R$ 300 mil mensais. Em sua renovação recente, elevou a quantia a R$ 700 mil, mas por um acordo comercial com o Banco BMG e premiações por metas, recebe cerca de R$ 1,2 milhão.

<p>Rendimentos de Ronaldinho são cerca de 25% de toda a folha dos jogadores do Atlético</p>
Rendimentos de Ronaldinho são cerca de 25% de toda a folha dos jogadores do Atlético
Foto: Ricardo Matsukawa / Terra

Dono do maior salário do futebol brasileiro com a saída de Neymar para o Barcelona, ele é a única “extravagância” da direção atleticana. Victor, Réver, Diego Tardelli, Jô e Guilherme são os outros únicos a receber mais de R$ 180 mil mensais. Em clubes como Corinthians, São Paulo e Fluminense, jogadores reservas, por vezes, atingem esse patamar salarial.

O fato de ter dois pratas da casa entre os titulares também contribui para a folha atleticana. Bernard, que deve ser negociado logo depois da Libertadores, só conseguiu um contrato de três dígitos há poucos meses. Marcos Rocha, que jogou emprestado ao América-MG em 2011, recebia R$ 7 mil no início do Brasileiro do ano passado. Hoje, seus vencimentos são estimados em metade do que ganha o lateral direito do rival, o cruzeirense Ceará.

Depois de duas temporadas em que ficou fora da disputa de títulos importantes, o Cruzeiro precisou pagar salários acima do mercado para atrair jogadores que interessavam a outros grandes. Nesse contexto podem ser encaixados nomes como Dagoberto, Borges, Dedé e até o reserva Paulão. Segundo pessoas ligadas ao zagueiro, ele recebe o equivalente ao atleticano Réver.

Os titulares do Atlético-MG, finalista da Libertadores
Jogadores Como estavam quando chegaram
Victor Tinha bom valor de mercado, mas vivia contestação no Grêmio
Marcos Rocha Cria das categorias de base
Leonardo Silva Reserva do Cruzeiro liberado ao fim do contrato
Réver Não havia se adaptado ao Wolfsburg, da Alemanha
Richarlyson São Paulo não fez proposta para renovar seu contrato
Leandro Donizete Atuava pelo Coritiba, em que era coadjuvante
Pierre Não era aproveitado por Felipão no Palmeiras. Trocado por D. Carvalho
Bernard Cria das categorias de base
Ronaldinho Deixou o Fla por problemas internos. Aposta de Kalil
Diego Tardelli Estava no Oriente Médio, mas tinha status de ídolo entre atleticanos
Tinha muitos problemas extracampo no Inter e foi liberado sem custos
Fonte: Terra
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