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Futebol Internacional

São Paulo responsabiliza advogado para desconsiderar carta de Oscar

25 abr 2012 - 12h29
(atualizado às 17h47)
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Oscar já falou ao vivo na televisão, por meio de seus advogados e também em nota oficiais, mas o São Paulo insiste em só considerar a intenção do jogador em não voltar ao clube se ouvi-lo pessoalmente e a sós. Por isso, a carta a Juvenal Juvêncio na qual o meia rejeita até os salários do time tricolor não tem valor para a diretoria da equipe do Morumbi.

O meia, que foi revelado pelo São Paulo, entrou na Justiça contra o clube em 2009. Depois, resolveu acertar com o Inter, time que defende desde então e se diz feliz por representar. Contudo, o clube do Morumbi obteve parecer favorável em março deste ano para que o contrato com o jogador voltasse a ser estabelecido - a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) chegou a inscrevê-lo como são-paulino
O meia, que foi revelado pelo São Paulo, entrou na Justiça contra o clube em 2009. Depois, resolveu acertar com o Inter, time que defende desde então e se diz feliz por representar. Contudo, o clube do Morumbi obteve parecer favorável em março deste ano para que o contrato com o jogador voltasse a ser estabelecido - a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) chegou a inscrevê-lo como são-paulino
Foto: Wesley Santos / Futura Press

"Não vamos responder qualquer manifestação que não seja vinda diretamente do Oscar. Não ficaremos comentando documentos e declarações do advogado que o jogador só assina. Queremos um diálogo franco e aberto com ele", limitou-se a dizer o diretor de futebol do São Paulo, Adalberto Baptista.

Na carta endereçada ao presidente do São Paulo, mais recente manifestação do atleta que reitera seu desejo de continuar no Inter, Oscar fala até em má fé na estratégia do seu clube formador ao pagar o mesmo salário que ele recebe no clube gaúcho para aumentar o valor de sua multa rescisória. O documento ainda relata que é ilegal dar aumento sem o consentimento do trabalhador e promete manter a luta por liberação na Justiça.

O São Paulo insiste que só vai abrir mão do atleta que formou depois de uma reunião pessoal com Oscar. Adalberto Baptista, designado por Juvenal Juvêncio para cuidar do caso, já classificou a dificuldade em marcar o encontro com o atleta como uma "blindagem" de seus representantes, entre eles o advogado André Ribeiro.

Publicamente, o São Paulo mantém a mesma posição desde o momento em que seu vínculo com o meio-campista foi restabelecido, em março. Os dirigentes insistem que desejam vê-lo atuando no time comandado por Emerson Leão, colocando-o como inegociável.

A única tentativa de acordo com o Inter, ocorrida a pedido da Justiça do Trabalho, foi no início deste mês. Mas o valor oferecido pela equipe gaúcha, de aproximadamente R$ 10 milhões, foi recusado até sob alegação de que sondagens de 15 milhões de euros já chegaram pelo atleta. E o São Paulo ainda reforçou ao Inter: quer ver Oscar em campo com a camisa tricolor.

Gazeta Esportiva Gazeta Esportiva
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