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Balotelli vendeu drogas como parte de uma piada, diz colaborador da justiça

30 mai 2013
13h55
atualizado às 15h10
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Balotelli teria participado de "piada"
Foto: Getty Images

O atacante italiano Mario Balotelli, atualmente no Milan, vendeu drogas como parte de uma piada, segundo o testemunho perante a Promotoria de um suposto filiado à Camorra, a máfia napolitana, e que publicam nesta quinta-feira os meios de comunicação locais.

O atacante italiano supostamente vendeu droga no bairro napolitano de Scampia, segundo o relato de Armando de Rosa, que atualmente colabora com a Justiça italiana no marco de uma investigação sobre lavagem de dinheiro.

A notícia teve uma rápida difusão entre os meios de comunicação italianos e provocou a reação imediata do jogador através de sua conta no Twitter.

"Jajajaja agora trafico drogas. Antes eu usava. Tenham vergonha", disse Balotelli, que em sua breve mensagem indicou, além disso, com uma expressão muito vulgar, que provavelmente agora dirão que mantém relação homossexuais.

Em junho de 2011, o jornal italiano "Il Mattino", com sede em Nápoles, publicou um artigo baseado em um suposto relatório policial no qual afirmava que o jogador tinha visitado meses antes o bairro de Scampia, uma zona tradicionalmente controlada pela Camorra napolitana e conhecida pelo tráfico de droga.

Balotelli se encontrava no "bairro de Scampia na manhã de 8 de junho de 2010, em companhia de dois membros importantes de dois dos clãs mais poderosos da periferia norte de Nápoles, Salvatore Silvestri, do clã "Lo Russo", e Biagio Esposito, do clã Scissionisti, recolhia o relatório publicado pelo rotativo.

O atacante, que na data da publicação do artigo ainda jogava no Manchester City, negou ter algum tipo de relação com o crime organizado e reconheceu que foi "ingênuo" ao visitar Scampia.

Em setembro de 2011, a Promotoria de Nápoles chamou Balotelli para ser interrogado por essa visita.

EFE   
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