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Com Villa apagado, novatos perdem 1º "clássico de Nova York"

11 mai 2015 18h47
| atualizado às 18h51
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Nem a imprensa esportiva dos Estados Unidos sabe se deve chamar esse jogo de "clássico", ou mesmo se há uma rivalidade entre os times, mas o fato é que, no primeiro encontro entre as duas equipes de Nova York na Major League Soccer (MLS), quem levou a melhor foram os "experientes" em cima dos "novatos". O recém-formado New York City perdeu por 2 a 1 para o New York Red Bulls e viu uma atuação apagada de seu astro, o espanhol David Villa, que era dúvida para o jogo por dores na coxa.

Maior artilheiro da história da seleção da Espanha, Villa, 33 anos, foi mal no jogo e saiu aos 23min do segundo tempo. Apenas nove minutos depois, o atacante que entrou em seu lugar, Patrick Mullins, fez o gol de honra do New York City. Antes, os Red Bulls já haviam balançado a rede duas vezes com o experiente Bradley Wright-Phillips, irmão de Shaun Wright-Phillips, ex-meia de Chelsea, Manchester City e seleção inglesa.

 

As duas equipes tentaram criar um clima de rivalidade para chamar atenção da mídia e dos torcedores antes do jogo. As provocações foram trocadas pelas redes sociais: o New York Red Bulls, time já estabelecido e com tradição na MLS, mandou os rivais "estudarem" para o jogo, enquanto fãs do New York City passaram a se referir ao adversário como "o time da bebida energética". 

Não se sabe se essa tentativa de esquentar os ânimos foi a responsável, mas o dérbi teve sim um ambiente de clássico em Nova Jersey, onde fica a Red Bull Arena. A partida foi disputada, com lances ríspidos e até uma expulsão: o zagueiro Matt Miazga, do New York Red Bulls, ainda no primeiro tempo. Mesmo com um a menos, porém, o time da casa dominou a partida e mereceu a vitória.

A diferença no momento das duas equipes também é grande: os Red Bulls têm 16 pontos e apenas uma derrota em nove rodadas, enquanto o City acumula já oito partidas sem saber o que é vencer. Em qualquer lugar do mundo, uma derrota em um clássico só agravaria ainda mais a situação do time. Mas em uma rivalidade recém-criada como essa, talvez os efeitos não sejam tão devastadores. Quem sabe a partir do meio do ano, quando os novatos ganharão o reforço de Frank Lampard, a coisa não melhore?

 

 

Fonte: Terra
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