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Campeonato Espanhol

Pelé diz que prefere Messi a CR7 e pede calma a Neymar

16 abr 2015 - 20h11
(atualizado às 20h50)
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Pelé afirmou, nesta quinta-feira, em entrevista a um programa de rádio espanhol que, se tivesse que escolher um jogador apenas, preferiria o argentino Lionel Messi ao português Cristiano Ronaldo, pela maior participação do craque do Barcelona em ações ofensivas.

Ex-jogador voltou a colocar argentino à frente de português
Ex-jogador voltou a colocar argentino à frente de português
Foto: Paulo Whitaker / Reuters

"Não se pode fazer uma comparação direta. Messi é um jogador que faz gols, mas arma mais jogadas. São diferentes. Em meu time, os dois seriam muito importantes, mas se tivesse que escolher um, seria Messi", disse o "Rei do Futebol" aos jornalistas do "Al Primer Toque", da emissora Onda Cero.

Sobre o atacante do Real Madrid, Pelé disse que se trata de "um excelente jogador, só que mais de finalização".

Ao falar sobre o principal brasileiro da atualidade, o eterno camisa 10 da seleção admitiu que Neymar ainda caminha para entrar no mesmo "time" de Messi e Cristiano Ronaldo. "Neymar está crescendo, não tem a mesma experiência dos dois, dos grandes", afirmou.

Sobre as polêmicas envolvendo as substuições recentes feitas pelo técnico Luis Enrique no Barcelona, que tem irritado o atacante, Pelé minimizou o problema, mas pediu calma ao ex-jogador do Santos.

"Creio que foi um momento de cabeça quente, em que não pensou bem, porque o técnico pode fazer o que quiser, pode tirar o jogador que quiser. O técnico só não tira o presidente. Ele precisa aceitar, que entender", avaliou.

Quem também mereceu elogios de Pelé foi o francês Zinedine Zidane, agora treinador do Real Madrid B. Pelé lembrou que teve chance de repetir a trajetória do campeão mundial de 1998, ao passar a comandar uma equipe, mas nunca aceitou os convites feitos.

"Para mim, foi um dos excelente meias que tivemos, um excelente jogador. Ele teve muita coragem, porque eu tive muitas propostas para treinar várias equipes do mundo, mas sempre disse que estava bem. Sofri muito dentro do campo e não quero sofrer como técnico, porque os técnicos sofrem muitos", disse.

EFE   
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