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Barcelona assina acordo com Neymar e encerra processos

Três ações trabalhistas e uma cível estavam em andamento desde que o jogador trocou o time catalão pelo PSG

26 jul 2021 11h56
| atualizado às 12h06
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A diretoria do Barcelona anunciou nesta segunda-feira que assinou um acordo extrajudicial com o brasileiro Neymar, que defendeu o clube entre 2013 e 2017, quando se transferiu ao Paris Saint-Germain em uma transação que custou 222 milhões de euros (R$ 1,36 bilhão na cotação atual), para encerrar processos pendentes entre as partes na Espanha.

Neymar em partida em Nova Jersey, nos EUA, quando atuava pelo Barcelona 
22/07/2017
REUTERS/Mike Segar
Neymar em partida em Nova Jersey, nos EUA, quando atuava pelo Barcelona 22/07/2017 REUTERS/Mike Segar
Foto: Reuters

"Foi assinado um acordo entre o clube e o jogador para encerrar as ações judiciais pendentes entre as duas partes: três ações trabalhistas e uma cível", declarou o time espanhol em uma nota oficial, acrescentando que o fechamento dos processos foi feito de "forma amigável".

A direção do Barcelona não divulgou os valores do referido acordo. Neymar, por outro lado, ainda não se posicionou sobre o anúncio.

As ações foram movidas após Neymar afirmar que bônus salariais deixaram de ser pagos a ele antes de sua transferência ao Paris Saint-Germain. O brasileiro, então, processou o clube catalão em 46,3 milhões de euros (R$ 283,2 milhões). No entanto, a Justiça da Espanha decidiu que o brasileiro deveria devolver cerca de 6 milhões de euros (R$ 40 milhões) ao Barcelona por quebra de contrato.

A mudança de Neymar do Santos para o Barcelona também foi cercada de problemas legais, o que levou a Alta Corte da Espanha a iniciar uma investigação de fraude e corrupção do jogador, que negou qualquer irregularidade, por causa do valor de sua transferência. Essa transação também levou o então presidente do clube, Sandro Rosell, que mediou o negócio, a renunciar em 2014.

Antes de renovar com o Paris Saint-Germain, Neymar se aproximou do Barcelona e namorou com um retorno. No entanto, a pandemia do novo coronavírus não permitiu que o brasileiro e o clube espanhol dessem prosseguimento com a negociação.

Estadão
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