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Kaio Jorge exalta Cristiano Ronaldo em apresentação na Juve

Ex-atacante do Santos exalta a ajuda que tem recebido do astro no clube italiano e afirma que português "sempre foi uma inspiração" para ele

25 ago 2021 13h56
| atualizado às 15h53
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O atacante brasileiro Kaio Jorge, revelado pelo Santos e apresentado oficialmente nesta quarta-feira como reforço da Juventus, expressou orgulhou por compartilhar o vestiário com o craque português Cristiano Ronaldo, jogador que "sempre foi uma inspiração" para ele.

Kaio Jorge foi apresentado na Juventus nesta quarta-feira
Kaio Jorge foi apresentado na Juventus nesta quarta-feira
Foto: Divulgação/Juventus / Estadão

"Nesses primeiros dias Cristiano me ajudou, ele é uma pessoa fantástica. Vou aprender muito com ele, dentro e fora do campo. Ele é sempre o primeiro a chegar para treinar e estou muito feliz por estar ao lado dele", comentou o jovem, de 19 anos, em entrevista coletiva em Turim, na Itália.

Sobre uma possível saída do astro português — especula-se sua transferência ao Manchester City, da Inglaterra —, Kaio Jorge disse que não sabe "nada sobre o futuro" do português, mas revelou estar na torcida pela permanência do novo companheiro de equipe. "Ele não me disse nada sobre o seu futuro, não sabemos se ele ficará ou não, mas espero que fique. Estou focado no que farei na Juventus, espero que seja com Cristiano e durante muito tempo", acrescentou.

Ao falar sobre a adaptação ao novo clube, o brasileiro enfatizou que foi bem recebido e se impressionou com as instalações do clube italiano. "Fiquei impactado com a estrutura da Juventus. Aqui todos dão o máximo a cada dia. Fui recebido da melhor forma e estou muito confortável", afirmou.

O ex-atacante do Santos escolheu usar a camisa 21, número que na Juventus já foi vestido por ídolos históricos do clube como o francês Zinedine Zidane, o italiano Andrea Pirlo e os argentinos Gonzalo Higuaín e Paulo Dybala.

Ao explicar a lesão muscular sentida na segunda-feira passada, durante treino da equipe de Turim e que o impedirá de jogar até meados de setembro, o brasileiro disse que o problema "não é nada grave".

Estadão
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