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Futebol Internacional

CBF pode esperar Ancelotti até 2024 e deixar seleção sem treinador por mais de um ano, diz jornal

Italiano promete cumprir seu contrato no Real Madrid, que se estende para a próxima temporada, mas entidade pode 'reservar' vaga até Copa América

28 mai 2023 - 16h10
(atualizado às 17h11)
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Vini Jr. em conversa com o técnico Carlo Ancelotti durante partida deste domingo, 21
Vini Jr. em conversa com o técnico Carlo Ancelotti durante partida deste domingo, 21
Foto: REUTERS/Pablo Morano

A Seleção Brasileira continua sem um técnico definido e pode ser assim até 2024. De acordo com informações do jornal Marca, da Espanha, o presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues, estaria disposto a esperar o fim do contrato de Carlo Ancelotti com o Real Madrid, apenas no próximo ano, para contar com ele a partir próxima Copa América, em junho.

Dias após a eliminação da equipe na Liga dos Campeões para o Manchester City, o treinador se reuniu com Florentino Pérez, presidente do clube, para discutir sobre seu futuro por lá. Ele recebeu o aval da diretoria e disse que pretende ir até encerrar seu vínculo, o que frustrou o desejo do Brasil de tê-lo o quanto antes.

Na época, ao ser questionado sobre seu futuro, Ancelotti revelou o encontro com os executivos do Real Madrid e o respaldo para sua continuidade.

"Me encontrei com Florentino Pérez e ele segue me apoiando e confiando em mim", disse o treinador em coletiva de imprensa. "O clube me garantiu que continuarei, o mundo inteiro sabe que tenho contrato aqui e eu quero continuar", complementou.

Apesar de não ter sido campeão continental e nem do Campeonato Espanhol, ele não acha que tenha sido uma temporada ruim do clube, que ainda rendeu frutos.

"Poderia ter sido melhor, mas foi boa", comentou. "É claro que não estamos satisfeitos com a La Liga, mas lutamos até o fim nas outras competições e vencemos três delas (Mundial de Clubes, Copa do Rei e Supercopa da UEFA)".

Caso a CBF resolva descartar Ancelotti pela pressão de ter que decidir um nome com mais rapidez, os olhos se voltam para outros técnicos. Dos estrangeiros, já foram especulados Luis Enrique, ex-Barcelona e seleção espanhola, Zinedine Zidane, ex-Real Madrid, Abel Ferreira, do Palmeiras, e Jorge Jesus, ex-Flamengo e em fim de contrato no Fenerbahçe, da Turquia.

O longo tempo sem um comandante não é comum na seleção brasileira. Desde que Tite confirmou sua saída em 17 de janeiro, são mais de quatro meses inteiros sem um substituto. A última vez que demorou tanto foi logo após a conquista do penta, em 2002.

Naquele ano, Luiz Felipe Scolari anunciou em 9 de agosto que estava deixando o cargo, enquanto seu sucessor, Carlos Alberto Parreira, só assumiu o time cinco meses depois, em 8 de janeiro de 2003. Se confirmada a espera por Ancelotti, o 'recorde' será batido com folga.

Estadão
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