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Há 8 anos, Adriano Imperador perdia última 'chance de ouro'

Atacante prometeu voltar ao futebol várias vezes e se envolveu em polêmicas relacionadas ao consumo de bebida alcoólica

6 nov 2020 - 19h13
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No dia 6 de novembro de 2012, o Flamengo rescindiu contrato com um dos nomes mais importantes de sua história: Adriano Imperador. Foi praticamente o fim da carreira de um jogador que encantou o futebol italiano na primeira década de 2000, a Seleção brasileira e o próprio clube carioca, onde iniciou sua trajetória. A ruptura se deu por seguidos atos de indisciplina.

Adriano em sua última passagem pelo Flamengo
Adriano em sua última passagem pelo Flamengo
Foto: Bruno Turano/Agif / Gazeta Esportiva

Adriano havia chegado em agosto daquele ano ao Flamengo, em sua terceira passagem pelo clube. Estava bem acima do peso e ainda se recuperando de uma cirurgia no pé esquerdo. Na apresentação, desfilou otimismo e disse que se sentia em condições de voltar a ser o “Imperador”. Sua reestreia se daria em um mês.

Mas nem sequer jogou, nem mesmo ficou no banco de reservas. Setenta e cinco dias depois da festa rubro-negra pela sua vinda, houve o desfecho do caso. Na época, Zinho, coordenador de Futebol do Flamengo, disse que a decisão do rompimento foi de Adriano. Mas, na Gávea, dirigentes, conselheiros e torcida já não toleravam mais os atrasos e a falta de zelo do atacante para voltar a entrar em forma.

"A vida que ele leva não condiz com a de um atleta profissional. Chegou ao limite”, declarou Zinho, na oportunidade, numa referência indireta à queda do atacante pela bebida alcoólica. Um dos acordos para a contratação de Adriano não foi cumprido. Ele teria que ter acompanhamento psicológico. Mas faltou logo na primeira consulta marcada.

Adriano se destacava no Flamengo, recém-promovido ao time de cima, quando foi negociado para a Internazionale, de Milão, em 2001. Lá na Itália deslanchou e passou a ser conhecido como “imperador”. Na Seleção, tornou-se o mais importante jogador das conquistas da Copa América de 2004 e da Copa das Confederações de 2005 e esteve no Mundial de 2006.

Pelo Flamengo, brilhou na campanha do título brasileiro de 2009, quando da segunda vez que atuou no Rubro-Negro. Depois da chance desperdiçada em 2012, no clube de seu coração, ainda tentou a sorte no Athletico-PR, pelo qual entrou quatro vezes em campo em 2014. Por fim, disputou duas partidas pelo Miami United, dos EUA, em 2016. Embora com 38 anos, ele até o momento não decretou publicamente que já 'pendurou as chuteiras'.

Fonte: Silvio Alves Barsetti
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