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Futebol

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Governo argentino planeja uso de helicópteros e da varanda da Casa Rosada na volta da seleção

Proposta foi apresentada à Associação de Futebol Argentino (AFA) e depende do aval do elenco de Lionel Scaloni

18 jul 2026 - 15h47
(atualizado às 16h15)
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O governo argentino já esboçou os planos para trazer os jogadores da seleção encabeçada por Messi de volta ao país após a final da Copa do Mundo contra a Espanha, no domingo, no New York New Jersey Stadium, nos Estados Unidos. A proposta já foi apresentada à Associação de Futebol Argentino (AFA) e depende do aval do elenco de Lionel Scaloni.

O plano apresentado é que a Aerolíneas Argentinas disponibilize dois aviões fretados em Nova York prontos para decolar nas primeiras horas de segunda-feira. Esses voos chegarão a Buenos Aires, no Aeroporto Internacional de Ezeiza, pouco depois do meio-dia.

O primeiro voo com os jogadores, a comissão técnica e os dirigentes da AFA chegaria ao Hangar 5, terminal dedicado a voos privados. Na sequência, todos seriam levados por helicópteros à Casa Rosada, sede da presidência da Argentina. A promessa do presidente Javier Milei é que o local estará reservado exclusivamente para os jogadores, que poderiam então aparecer na varanda para saudar a multidão na Plaza de Mayo.

A alternativa é que após chegarem ao heliporto, a delegação seja transportada de ônibus até o Obelisco, onde um palco poder ser montado para a festa.

Além da dúvida se a seleção e a AFA concordam com a programação proposta, existe uma questão relacionada à data. Os jogadores estariam dispostos a fazer tudo na segunda-feira (quando há previsão de chuva) ou preferem adiar para outro dia. Há ainda a possibilidade de a delegação argentina optar por algo completamente diferente.

A preocupação do governo em planejar uma operação de retorno da delegação é tentar evitar o fiasco que aconteceu com os campeões da Copa do Catar, em 2022. Após negociações para uma maneira eficiente de levar os jogadores, cortando a multidão que tomava as ruas do país, de Ezeiza à Plaza de Mayo, os jogadores foram evacuados de helicóptero, sobrevoaram os torcedores por vários minutos, mas nunca chegaram à Plaza de Mayo.

Cogitou-se a chegada no Aeroparque Metropolitano, mais próximo ao centro de Buenos Aires do que Ezeiza, mas essa possibilidade foi descartada por problemas logísticos e de segurança.

Estadão
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