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Seleção feminina goleia a Venezuela e garante vaga na semifinal da Copa América

Comandadas de Pia Sundhage vencem por 4 a 0 e chegam a terceira vitória consecutiva no torneio; equipe retorna aos gramados na próxima quinta-feira, em Cali, frente ao Peru, na despedida da fase de grupos

22 jul 2022 - 17h53
(atualizado às 17h53)
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A seleção brasileira feminina de futebol está na final da Copa América. Nesta segunda-feira, a equipe da técnica Pia Sundhage goleou a Venezuela, por 4 a 0, em Armênia, na Colômbia, e alcançou a terceira vitória consecutiva na competição.

O Brasil lidera o Grupo B, com nove pontos, enquanto as venezuelanas continuam com seis e vão disputar a segunda vaga contra as argentinas. O Brasil volta a jogar, quinta-feira, em Cali, frente ao Peru.

Nesta Copa América, o Brasil venceu a Argentina por 4 a 0 e o Uruguai por 3 a 0. Com mais esta vitória sobre a Venezuela, agora são nove jogos, com nove vitórias brasileiras. Depois das críticas de Pi, após os dois primeiros jogos, a seleção brasileira entrou em um ritmo mais intenso no início do jogo, mas, aos poucos, fruto dos erros de passes, o time voltou a cair de produção.

Durante os primeiros 20 minutos, a melhor oportunidade foi de Adriana, que recebeu passe de calcanhar de Debinha, mas bateu em cima da zaga venezuelana. O Brasil teve domínio da partida, mas só foi abrir o placar, aos 22 minutos, com Bia Zaneratto, de cabeça, após bom cruzamento da lateral Tamires pelo lado esquerdo.

A expectativa era de que o Brasil encontrasse mais facilidade para ampliar o placar, mas o que se viu foi um Brasil repleto de erros e que foi descuidado em seu setor defensivo. Em duas cobranças de falta, a Venezuela por pouco não igualou o placar. Aos 32 minutos, Castellanos cobrou falta com perigo, enquanto aos 42, Romero por pouco não aproveitou com sucesso o rebote da goleira Lorena.

O Brasil voltou com a mesma posse de bola, mas mais efetivo na segunda etapa. Com isso, os gols saíram rapidamente. Aos seis minutos, em um contra-ataque puxado por Bia Zaneratto, Ary Borges fez o segundo gol. Daí para frente, Debinha tomou conta do jogo. Depois de perder uma oportunidade, aos oito minutos, a atacante marcou duas vezes. Aos 14, em bela cabeçada, após cruzamento de Antônia pela direita, e depois aos 21 minutos, em jogada individual.

Com a larga vantagem no placar, os 100% de aproveitamento garantido e vaga assegurada, o Brasil diminuiu o ritmo até o final da partida.

Estadão
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