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Palmeiras x São Paulo: polêmicas marcam últimos anos do Choque-Rei

Clássico vale vaga na final do Campeonato Paulista

1 mar 2026 - 04h58
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Clássico entre São Paulo e Palmeiras coleciona polêmicas recentes
Clássico entre São Paulo e Palmeiras coleciona polêmicas recentes
Foto: Alexandre Schneider/Getty Images

Palmeiras e São Paulo vão escrever neste domingo, 1º, mais um capítulo da intensa rivalidade do Choque-Rei. O embate por uma vaga na final do Campeonato Paulista acontece quase um ano após a polêmica classificação alviverde à decisão da última edição do Estadual.

Na ocasião, Flávio Rodrigues de Souza assinalou penalidade após Vítor Roque cair na área em lance envolvendo Robert Arboleda. O lance foi bastante contestado e o então presidente são-paulino, Julio Casares, chamou a marcação de “escândalo”.

Esse, porém, não é o único momento controverso da rivalidade nos últimos anos. De não expulsão até as acusações de xenofobia, relembra momentos de tensão do clássico entre Palmeiras e São Paulo.

Não expulsão de Andreas Pereira

No Brasileirão do ano passado, o São Paulo chegou a abrir 2 a 0 contra o Palmeiras e parecia estar caminhando para uma vitória tranquila no clássico. Mas, em confronto marcado por polêmicas, o Verdão conseguiu a virada. 

No início do segundo tempo, ainda com a equipe são-paulino em vantagem, Andreas atingiu Marcos Antônio com a sola da chuteira. O impacto do lance gerou inúmeros pedidos pelo vermelho ao meio-campista palmeirense, mas o árbitro Ramon Abatti Abel levantou apenas o cartão amarelo.

Pênalti não marcado de Allan em Tapia

Na mesma partida, os são-paulinos pediram por um pênalti de Allan em Gonzalo Tapia, quando o placar ainda marcava 2 a 0 para o Tricolor Paulista. No lance, o palmeirense escorregou e derrubou o atacante chileno dentro da área. 

Abatti Abel, porém, interpretou como lance normal de jogo e não marcou a penalidade. Com a repercussão das polêmicas da partida, o árbitro foi afastado por 40 dias.

CBF divulga áudio do VAR em pênalti não marcado no clássico entre São Paulo e Palmeiras:

Acusação de xenofobia de diretor são-paulino contra Abel Ferreira

Em 2024, após empate em 1 a 1 no Morumbis, Carlos Belmonte chamou o técnico palmeirense de ‘portugês de merd*’ durante uma discussão nos corredores do estádio. Depois do ocorrido, o Palmeiras emitiu um comunicado condenando a postura do então dirigente tricolor.

“A Sociedade Esportiva Palmeiras estuda as medidas legais cabíveis contra o diretor de futebol do São Paulo, Carlos Belmonte, flagrado xingando de forma xenófoba o técnico Abel Ferreira após o jogo de ontem, no Morumbis. Não há justificativa para as palavras baixas e preconceituosas escolhidas pelo dirigente são-paulino com o intuito de depreciar um profissional íntegro e vitorioso, que vive no Brasil há mais de três anos”, escreveu o alviverde.

Gol anulado de Calleri

Na Copa do Brasil de 2023, o lance que mais gerou reclamação foi o gol anulado de Jonathan Calleri. Apesar do Tricolor Paulista ter vencido a partida e conquistado a classificação, a marcação de uma falta de Diego Costa em Zé Rafael causou indignação são-paulina. 

Inicialmente, a falta já havia sido marcada por Anderson Daronco no campo. O árbitro de vídeo, no entanto, o chamou para a revisão após interpretar o lance de maneira diferente.

“Tem um contato, mas ele [Diego Costa] não chega a [atrapalhar]. Tem um contato com o jogador, a gente está com dificuldade de encontrar o impacto do jogador, a gente não está [achando]. A gente não está vendo um agarrão claro. Eu vou recomendar uma revisão para você avaliar”, disse Wagner Reway.

Mesmo após a revisão, Daronco se manteve firme ao que viu no campo e anulou o gol de Calleri. 

Impedimento não analisado

Um dos principais erros da história recente do clássico aconteceu em 2022, também na Copa do Brasil. No Allianz Parque, o Tricolor Paulista conquistou a classificação nos pênaltis após perder por 2 a 1 fora de casa. Na ida, o São Paulo havia vencido por 1 a 0. 

O problema? O lance que gerou o gol são-paulino no Allianz. Ao analisar falta de Gustavo Gómez em Calleri dentro da área, Leandro Vuaden não traçou a linha de impedimento para conferir a posição do atacante são-paulino no início da jogada.

Até hoje, palmeirenses reclamam que o camisa 9 estaria em posição de impedimento. Sem checar o lance, o pênalti foi marcado e convertido por Luciano. 

Fonte: Portal Terra
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