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Futebol

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'Endrick e Vinícius evitam vexame' e 'Brasil não é mais potência': jornais avaliam o Brasil

Seleção estreia novos rostos, ganha por 4 a 2 e conquista primeira vitória pós Copa do Mundo

29 set 2026 - 10h43
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Resumo
Apesar da vitória por 4 a 2 sobre a Austrália, o desempenho da seleção brasileira de Carlo Ancelotti segue sob desconfiança da imprensa internacional. Na Espanha, jornais destacaram a lesão de Raphinha e apontaram que Endrick e Vinícius Júnior evitaram um vexame. O argentino Olé ressaltou a reação no placar, mas criticou a oscilação do time, enquanto o português A Bola frisou a superioridade brasileira na etapa final após a virada australiana.

A volta por cima da seleção brasileira em amistosos diante da frágil Austrália, desta vez com um resultado positivo, virou destaque ainda crítico na imprensa mundial. Depois de buscar uma igualdade por 1 a 1 no último lance no primeiro jogo, desta vez a equipe de Carlo Ancelotti jogou melhor e, apesar de alguns sustos, ganhou bem, por 4 a 2. Mesmo assim, o futebol apresentado ainda gera desconfiança mundo afora.

Os jornais espanhóis destacaram a substituição de Raphinha, do Barcelona, machucado, e não se empolgaram com o resultado verde e amarelo. "Raphinha, substituído com desconforto, Endrick e Vinícius salvam os (comandados) de Ancelotti de uma vergonha", destacou o Marca.

O Diário As, de Madri, focou em Vinícius Júnior, de Real Madrid. "Vini, de menos para mais", foi a manchete. "Madridista fechou a remontada com o quarto gol da partida, de pênalti, deixando melhores impressões individuais", continuou o jornal, vendo um progresso no futebol da estrela.

Acostumado a ironizar os resultado brasileiros, o Diário Olé, da Argentina, desta vez mostrou-se mais sério e focou apenas no resultado. "Brasil reage e goleia a Austrália em seu segundo amistoso", trouxe. Ainda relembrou do fantasma da queda precoce na Copa do Mundo (oitavas de final diante da Noruega) e falou sobre a queda de rendimento após abrir 1 a 0. "Depois de um grande início, pouco a pouco foi se diluindo."

O português A Bola lamentou que o gol e a assistência de Circati, do Benfica, não tenham sido suficientes para a Austrália e destacou o poderio do adversário. "Na segunda etapa imperou a lei do mais forte e o Brasil voltou a ganhar vantagem", frisou, lembrando que a Austrália chegou a abrir 2 a 1.

Estadão
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