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Em meio à Copa, países devem assinar acordo de paz para fim da guerra

Os Estados Unidos e o Irã podem colocar um ponto final em meses de tensão e confrontos no Oriente Médio. Neste sábado (13), o primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, afirmou que os dois países devem assinar um acordo de paz nas próximas 24 horas, em um movimento que pode mudar o rumo do conflito que […]

13 jun 2026 - 10h46
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Donald Trump em evento da FIFA (Photo by Patrick Smith/Getty Images)
Donald Trump em evento da FIFA (Photo by Patrick Smith/Getty Images)
Foto: Esporte News Mundo

Os Estados Unidos e o Irã podem colocar um ponto final em meses de tensão e confrontos no Oriente Médio. Neste sábado (13), o primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, afirmou que os dois países devem assinar um acordo de paz nas próximas 24 horas, em um movimento que pode mudar o rumo do conflito que abalou a região ao longo de 2026.

Segundo Sharif, o entendimento entre Washington e Teerã já está em fase final. O premiê revelou que o Paquistão se prepara para a assinatura eletrônica do documento, seguida por reuniões técnicas previstas para a próxima semana para discutir os detalhes da implementação do pacto. 

A possibilidade de um acordo representa um avanço significativo após semanas de negociações intensas. O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araqchi, já havia indicado que as partes estavam "mais próximas do que nunca" de um desfecho positivo, enquanto o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, demonstrou otimismo sobre o andamento das conversas.

Apesar do clima de expectativa, o cenário ainda inspira cautela. Nas últimas horas, foram registradas explosões no Estreito de Ormuz, uma das rotas marítimas mais estratégicas do mundo. Além disso, o Exército dos EUA afirmou ter interceptado drones iranianos que representavam ameaça ao tráfego comercial da região.

No Líbano, outro foco de instabilidade no Oriente Médio, Israel emitiu ordens de evacuação para cerca de 20 localidades no sul do país diante da possibilidade de novos ataques aéreos. Os episódios reforçam que, embora o acordo esteja próximo, a situação segue delicada.

A expectativa em torno do acordo também movimenta os mercados internacionais. O Estreito de Ormuz, frequentemente citado nas negociações, é responsável pela passagem de cerca de um quinto do petróleo comercializado no mundo. Qualquer sinal de estabilidade na região tende a aliviar preocupações sobre o abastecimento global e reduzir a volatilidade nos preços da energia, fatores acompanhados de perto por governos e investidores.

Caso seja confirmado, o tratado poderá representar um dos acontecimentos diplomáticos mais importantes do ano, encerrando oficialmente um conflito que elevou a tensão global e trouxe impactos econômicos e geopolíticos em diferentes partes do mundo.

Esporte News Mundo
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