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Copa do Mundo

2002 a 2006: falta de disciplina enterra sonho do hexa brasileiro

9 jul 2010 - 23h08
(atualizado às 23h50)
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Israel Stroh

Ronaldo, Ronaldinho, Adriano, Kaká, Robinho e o recente pentacampeonato mundial. O clima na Seleção Brasileira era de puro otimismo entre 2002 e 2006. Mas o que era para ser confiança virou festa além da conta. Henry, nas quartas de final, encerrou a história que tinha tudo para ser vitoriosa.

O fim do ciclo de Luiz Felipe Scolari e reinício de Carlos Alberto Parreira significou mudanças não só no comando. No primeiro torneio disputado, a Copa das Confederações, a base até foi mantida, mas Adriano, Juan e Kléber já apareciam. Já em seguida, a Copa Ouro, Parreira mostrou a nova geração e mandou a campo o time Sub-23.

Santos e Cruzeiro dominavam o futebol nacional e não seria diferente com as camisas amarelas. O time da Vila Belmiro mandou Diego, Robinho, Alex e Renato, enquanto os mineiros foram representados por Gomes, Maicon, Luisão e Alex. Nilmar também dava as caras pela primeira vez, enquanto Kaká virava titular.

Nas Eliminatórias para a Copa, Parreira foi aos poucos misturando as gerações. Kaká foi o primeiro a ganhar posição, acabando com o esquema de três zagueiros. Renato, Luís Fabiano e Adriano também se destacavam nas "experiências" de Parreira, que mostrava-se disposto a conhecer todas as jovens opções.

Tanto que na Copa América foi de novo a vez dos mais novos serem escalados. O resultado foi o título sobre a Argentina com gol histórico de Adriano, no último minuto. O atacante mostrou o que faria pela Seleção, assim como Júlio César, Maicon, Luisão, Luís Fabiano, entre outros. A nova geração, definitivamente, virou opção para Parreira.

Assim, era imenso o favoritismo brasileiro na Copa do Mundo de 2006. O problema foi a falta de disciplina. Os treinos da Seleção foram na Suíça e, a maioria deles, eram abertos para os fãs, que, impressionados, transformaram o trabalho dos jogadores em festa. Ronaldo e Adriano foram a campo visivelmente acima do peso. A França, de Henry e Zidane, agradeceu.

Confira os jogos que marcaram a transição do Brasil entre 2002 e 2006:

Brasil 2 x 0 Alemanha. Brasil é pentacampeão da Copa do Mundo em 2002: Marcos, Lúcio, Edmílson e Roque Jr; Cafu, Gilberto Silva, Kléberson, Rivaldo e Roberto Carlos; Ronaldinho e Ronaldo. Técnico: Luiz Felipe Scolari.

Brasil 0 x 1 México. Seleção Sub-23 é convocada para a Copa Ouro e, mesmo jovem, é vice-campeã: Gomes, Maicon, Luisão, Alex e Adriano; Paulo Almeida, Júlio Baptista, Kaká e Diego; Ewerthon e Robinho. Técnico: Carlos Alberto Parreira.

Brasil 1 x 0 Croácia. Estreia na Copa do Mundo de 2006: Dida, Cafu, Lúcio, Juan e Roberto Carlos; Émerson, Zé Roberto, Kaká e Ronaldinho; Adriano e Ronaldo. Técnico: Carlos Alberto Parreira.

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Ao lado do carrasco Henry, Ronaldinho lamenta fracasso brasileiro nas quartas de final de 2006
Ao lado do carrasco Henry, Ronaldinho lamenta fracasso brasileiro nas quartas de final de 2006
Foto: Getty Images
Fonte: Terra
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