Script = https://s1.trrsf.com/update-1765905308/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE

Copa das Confederações

Solitário, torcedor engrossa coro contra Marin na chegada a Goiânia

4 jun 2013 - 18h57
(atualizado em 4/6/2013 às 08h40)
Compartilhar
Exibir comentários
Torcedor protesta contra Marin na chegada em Goiânia:

Em meio à festa de cerca de 50 torcedores pela chegada da Seleção Brasileira ao hotel onde ficará concentrada em Goiânia pelos próximos dias, um outro torcedor destoava. Vestido com a camisa do Goiás e de cara amarrada, ergueu um cartaz com a frase "fora Marin", em protesto ao presidente da Confederação Brasileira de Futebol, José Maria Marin. Mucio Guimarães, 20 anos, explicou os motivos da manifestação quase silenciosa e que destoou dos demais na tarde desta segunda-feira.

"Não vim ver a Seleção em Goiânia, isso tanto faz. Não me importa. A única coisa que quero é democracia na CBF. Sou contra o José Maria Marin, o Zé Medalha", reclamou Mucio. "Ele é da mesma laia do Ricardo Teixeira. Uma laia ditadora, totalitária, que compra votos dos presidentes de federação. Isso não favorece a democracia na CBF que eu, como torcedor do Goiás, quero".

Mucio Guimarães ainda recordou o passado de Marin e citou passagens que o remetem ao regime da ditadura militar enquanto governador de São Paulo. "Ele tem o nome envolvido com a ditadura, com a morte do Vladimir Herzog, não pode se apoiar uma coisa dessas. É um cargo extremamente importante, e o presidente envolvido com a ditadura militar", afirmou. 

O protesto de um torcedor, ainda que isolado, reforça já na chegada a Goiânia o tom crítico de parte da população na abordagem ao presidente da CBF. No Rio de Janeiro, nos últimos dias, foram ao menos duas manifestações contra Marin durante as atividades da Seleção. A mais recente ocorreu no domingo e teve direito a megafone e gritos "Marin torturador" em frente ao hotel onde estava hospedada a delegação brasileira. 

Os episódios mencionados por torcedores fazem referência a um discurso de José Maria Marin em 1972. A passagem teria, segundo acusações, ligação para a morte do jornalista Vladimir Herzog, diretor da TV Cultura. Na época, Marin pediu providências em relação ao veículo, o que precedeu a morte de Vladimir. O presidente da CBF diz que o discurso é mal interpretado. 

Fonte: Terra
Compartilhar
Publicidade

Conheça nossos produtos

Seu Terra












Publicidade