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Vaidade, sorte e estilo ditam moda da faixa entre jogadoras

5 nov 2012 07h36
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Elas estão cada vez mais vaidosas e para chamar a atenção dentro de campo, as meninas da Copa Coca-Cola adotaram o uso das faixinhas no cabelo. Parece simples, mas o ritual da escolha do adorno tem regras para 'fashionista' nenhum colocar defeito.

Faixas fizaram a cabeça da garatoda na fase nacional da Copa Coca-Cola
Faixas fizaram a cabeça da garatoda na fase nacional da Copa Coca-Cola
Foto: Ricardo Saibun / PrimaPagina



"Procuro combinar com o uniforme. De vez em quando a gente usa alguma mais coloridinha. Mas usar a faixinha também deixa a jogadora mais marrenta, então não pode exagerar", repete, sorrindo, a garota Rafaela, de 14 anos, que joga pelo Coritiba, do Paraná.



Apesar do acessório ajudar no estilo, algumas garotas juram que usam apenas pela facilidade e pelo fato de possuírem cabelo longo. As madeixas costumam sair do lugar durante os jogos e nesta fase do campeonato qualquer imprevisto deve ser evitado.



"Eu uso mesmo é para segurar a franja. Serve também como proteção e até ajuda na hora de cabecear. Não tem muito segredo", comenta a atacante Geisa, de apenas 13 anos, do Projeto Sorriso, do Mato Grosso.



Vaidade para algumas, superstição para outras. Para a lateral-esquerda Mayara Fernanda, o uso contínuo da faixinha veio após uma vitoria importante no ano passado.



"Deu sorte e eu nunca mais joguei sem. Todo jogo preciso dela. Também acho bonito, mas a sorte é o principal motivo de eu não esquecer de colocar", explica a jogadora, que parece ter razão. Após os dois jogos no final de semana, o Coritiba avançou à fase final nacional. Detalhe: a vaga veio em uma disputa dramática, nos pênaltis, contra o Lusitânia.



A faixinha também entra em campo, é claro, em virtude de algumas das principais jogadoras do mundo usarem o adereço. Na TV, as pequenas assistem as famosas com o acessório e buscam imitar.



"Resolvi usar depois de ver minhas companheiras de time com a faixinha nos treinos, mas o que também incentivou foi o fato de a Erika, que joga na seleção, usar. É normal a gente querer imitar. Ela é bonita e joga muito", diz a defensora Herika, quase xará da jogadora da seleção, que também defende o Coritiba.



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Fonte: PrimaPagina
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