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Ronaldinho, seleção e vídeos são armas de Réver no desarme

30 out 2012 07h44
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Vida de zagueiro já não é lá muito fácil. E a situação fica ainda mais complicada em um campeonato que reúne tantos craques como Neymar, Ronaldinho, Lucas e Fred. Apesar disso, alguns defensores conseguem se destacar e dar trabalho para os atacantes. É o caso de Réver, do Atlético Mineiro, que está entre os líderes de desarmes do Brasileirão, com uma média de 20,4 por jogo.

De vez em quando, Réver também se arrisca no ataque para balançar as redes
De vez em quando, Réver também se arrisca no ataque para balançar as redes
Foto: Divulgação



O jogador afirma que o fato de atuar na sobra facilita o bom desempenho nesta estatística, mas ele não se acomoda, e busca sempre estudar os adversários que irá enfrentar na próxima rodada. "A tendência, quando você entra focado nos jogos, é sempre melhorar. Mas também assisto aos vídeos dos adversários, procurando levantar os pontos fortes e fracos das equipes", explica.



Outra maneira que Réver encontrou para evoluir seu futebol foi acompanhar o trabalho de colegas de seleção, como Thiago Silva, David Luiz e Dedé. "Sempre gostei de observar aqueles mais técnicos, que sabem sair para o jogo quando precisa, em vez de dar chutão", acrescenta.



A chegada de Ronaldinho ao Atlético Mineiro também deu ao defensor a oportunidade de observar e aprender diariamente com um jogador acima da média. "Ele é um cara excepcional dentro e fora de campo. Nos treinamentos, a gente tenta absorver o máximo que ele pode nos passar, pelo futebol que ele tem e pela experiência que ele adquiriu", diz.



Entre os adversários mais complicados que já enfrentou no campeonato, o zagueiro do Atlético Mineiro cita Fred, Neymar, Montillo e Lucas. Mas ele sempre procurar ter atenção redobrada com os jogadores velocistas. "Parar o Neymar é algo dificílimo. Ele é disparado o melhor jogador do futebol brasileiro e um dos melhores do mundo. A inteligência dele é impressionante. O Lucas também é um jogador diferenciado, apesar de ainda não ter a mesma projeção", destaca.



Mesmo assim, Réver afirma que não é o tipo de atleta que perde o sono quando tem de enfrentar algum atacante diferenciado no dia seguinte. "Eu gosto que chegue logo a hora do jogo. Antes da partida, eu procuro me concentrar ao máximo, deixar de lado outras coisas e focar somente no futebol", finaliza.



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Fonte: PrimaPagina
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