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Terra na Copa

Técnico alemão desdenha de pressão sobre Seleção Brasileira

3 jul 2014 - 17h12
(atualizado às 18h14)
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Para o técnico da seleção alemã, Joachim Löw, a pressão que estaria comprometendo o jogo da Seleção Brasileira é falsa. Como auxiliar técnico da seleção alemã em 2006, quando a equipe jogou a Copa do Mundo em casa, Löw não vê tanta pressão assim sobre a equipe brasileira.

“Jogadores que atuam nesse nível são submetidos a esse tipo de pressão nos seus clubes. Estão acostumados. Não tenho a impressão de que os brasileiros tenham dificuldade com isso. Há muita expectativa pela vitória, mas vimos isso na Copa das Confederações e vejam como se saíram. Mereceram ganhar”, disse primeiramente. “Quando se entra em campo e o árbitro apita, se entra em uma espécie de túnel e a pressão fica fora”, completou.

Técnico da seleção, Joachim Löw
Técnico da seleção, Joachim Löw
Foto: AFP

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Sobre a seleção alemã, o treinador afirmou que a gripe que atingiu sete jogadores depois do jogo contra a Argélia não deve ser problema para escalar o time completo para o confronto contra a França, amanhã, às 13h, no Maracanã, pelas quartas de final da Copa do Mundo. “Um terço da nossa equipe reclamou de dores na garganta por causa da temperatura alta e com o ar condicionado. Vamos ver como todos vão estar amanhã”, disse Löw, sem mostrar muita preocupação. “Hummels andou pior, mas hoje (quinta-feira) todos os jogadores conseguiram treinar. Khedira e Schweinsteiger estão se recuperando bem, tiveram uma pausa para descansar e se recuperar”, disse.

Löw disse que não está preocupado com o que diz a imprensa alemã a respeito do rendimento de sua equipe. “Não leio jornais desde que cheguei ao Brasil. Uma coisa é a opinião pública, outra é a opinião que se publica”, disse. “Na África sempre pensavam que íamos parar e chegamos nas semifinais. Há muitas seleções que já voltaram para casa e nós seguimos aqui. Queremos chegar o mais longe possível”, comentou.

Questionado se a presença de muitos jogadores estrangeiros nas ligas nacionais enfraquecem as seleções, como nos casos da Espanha, Inglaterra e Itália, que ficaram fora da Copa do Mundo logo na primeira fase, Löw falou: “acho que na Alemanha tem uma boa mescla. Temos uma liga muito forte com três clubes que estão entre os melhores da Europa. Se um jogador meu atua em outra liga, como Khedira ou Ozil, é até bom, tem outras influências, outras culturas, outros técnicos, amadurecem mais”, disse. “Pode ser que na Inglaterra isso seja uma desvantagem, mas a Alemanha tem muito espaço para os jogadores jovens.”

Fonte: Terra
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