Com Pelé, Dilma visita Mineirão em greve e ganha camisas
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Nas obras do Mineirão, presidente Dilma Rousseff recebe de Pelé camisa com as cores da Seleção, em alusão aos mil dias que faltam para o início da Copa do Mundo de 2014
Foto: Roberto Stuckert Filho/PR / Divulgação
Nas obras do Mineirão, presidente Dilma Rousseff recebe de Pelé camisa com as cores da Seleção, em alusão aos mil dias que faltam para o início da Copa do Mundo de 2014
Foto: Roberto Stuckert Filho/PR / Divulgação
Ao lado de Pelé e o ministro do Esporte, Orlando Silva, Dilma posou para fotos ao lado de operários
Foto: Roberto Stuckert Filho/PR / Divulgação
Dilma e Pelé sorriem enquanto passam pelas obras do Mineirão, que sofrem com greve de operários pelo segundo dia
Foto: Roberto Stuckert Filho/PR / Divulgação
Presidente Dilma Rousseff visita obras do Estádio Mineirão e recebe camisa do Atlético-MG, a mil dias do início da Copa do Mundo de 2014
Foto: Ney Rubens / Especial para Terra
Dilma abraça o ídolo atleticano Reinaldo após receber camisa do Atlético-MG no local das obras
Foto: Ney Rubens / Especial para Terra
A mil dias do início da Copa do Mundo de 2014, reforma do Mineirão sofre com paralisação
Foto: Ney Rubens / Especial para Terra
Operários conversam e se apoiam em carros durante a paralisação das reformas do Estádio Mineirão, em Belo Horizonte
Foto: Ney Rubens / Especial para Terra
Canteiro de obras no Mineirão aparece vazio com o segundo dia de greve dos operários
Foto: Ney Rubens / Especial para Terra
Obras estão paradas enquanto os trabalhadores reivindicam melhores condições e salários
Foto: Ney Rubens / Especial para Terra
Funcionários reclamam que chegam a sofrer ameaças de demissão durante o trabalho
Foto: Ney Rubens / Especial para Terra
Trabalhadores aproveitaram a presença da presidente Dilma Rousseff para protestar com a ajuda de um carro de som
Foto: Ney Rubens / Especial para Terra
Cerca de 1,1 mil trabalhadores das obras do Mineirão estão em greve
Foto: Ney Rubens / Especial para Terra
Salário de alguns trabalhadores é de R$ 600, muito abaixo do que seria pago na obra de São Paulo