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Terra na Copa

Com melhor média em 20 anos, Copa 2014 mira recorde de gols

10 jul 2014 - 07h06
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Jogador alemão Toni Kroos celebra gol da Alemanha em partida contra Brasil, no Estádio do Mineirão, em Belo Horizonte. 8/7/2014
Jogador alemão Toni Kroos celebra gol da Alemanha em partida contra Brasil, no Estádio do Mineirão, em Belo Horizonte. 8/7/2014
Foto: Leonhard Foeger / Reuters

Argentina e Holanda não ajudaram, mas a partida entre Brasil e Alemanha garantiu que a Copa do Mundo de 2014 se aproximasse de um recorde. Esta edição da competição está a cinco gols de se tornar a que viu as redes balançarem mais vezes. Ao todo 167 tentos foram registrados com a conclusão das semifinais, quatro a menos do que os 171 feitos na França, em 1998.

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Com 62 do total de 64 jogos realizados, a segunda Copa do Mundo sediada pelo Brasil tem uma média de 2,69 gols por partida, a melhor desde 1994, que teve 2,71 gols por confronto em um total de 52 duelos. Desta vez, no entanto, a Seleção não estará na final para brigar pelo título, mas poderá contribuir para a a superação da marca histórica estabelecida na França há 16 anos na disputa do terceiro lugar.

Com os resultados desta etapa do Mundial, a Alemanha se tornou a seleção que mais contribuiu para o número elevado, que já é o segundo maior da história com dois jogos para serem disputados. A equipe treinada por Joachim Löw alcançou, com os sete marcados sobre o Brasil, 17 gols e se isolou como a mais eficiente da competição neste quesito.

Com James Rodríguez, artilheiro da Copa com seis gols (mais duas assistências), o alemão Thomas Müller e o argentino Lionel Messi são os jogadores que ainda têm chances claras de se tornarem os goleadores do torneio. Müller balançou as redes cinco vezes até o momento, além de ter dado três passes para gol, enquanto Messi marcou em quatro ocasiões, com uma assistência.

O camisa 10 argentino realizou apenas uma boa partida completa, contra a Nigéria, até o momento, mas brilhou quando sua equipe precisava e garantiu ao menos três vitórias com gols ou passes decisivos, diante de Bósnia, Irã e Suíça. O atacante alemão, por sua vez, participou ativamente dos jogos da sua seleção, que se destaca pelo jogo coletivo.

Lesionado, Neymar não terá a chance de brigar pela artilharia, apesar da Seleção Brasileira ainda ter a decisão do terceiro lugar diante da Holanda neste sábado. Enquanto isso, os holandeses dificilmente recuperarão o posto de melhor ataque da competição, o qual ocupavam, ao lado da Colômbia, antes das semifinais.

Fonte: Terra
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