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“Bem de cabeça e de saúde”, Nenê quer o ouro em seu primeiro Mundial

25 ago 2014 17h36
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Nenê Hilário é um dos principais jogadores da atual geração do basquete brasileiro, mas, apesar de ter quase 32 anos, ainda não defendeu a Seleção em uma Copa do Mundo. A estreia será na edição deste ano, na Espanha, no próximo final de semana, e a presença do pivô é mais um dos motivos para que o torcedor aumente as expectativas com relação ao desempenho do país na competição. Este pensamento positivo, aliás, não vem apenas das arquibancadas, pois o grupo comandado por Ruben Magnano também acredita que pode subir no pódio.

"Temos que enfrentar cada adversário com muita seriedade. Desde o primeiro jogo contra a França até o último. Precisamos sempre impor nosso ritmo e o que foi muito bem treinado. Não existe adversário fácil em uma Copa do Mundo. O objetivo é fazer uma grande primeira etapa e depois no cruzamento, ir passando fase a fase. Estou confiante no ótimo trabalho que vem sendo desenvolvido e que poderemos chegar longe", projetou Nenê, em entrevista à Confederação Brasileira de Basquete.

O pivô, que atua pelo Washington Wizards na NBA, garante que está bem não só fisicamente, mas também com a cabeça tranquila para a competição na Espanha. "Já tive algumas chances de jogar um Mundial, mas fui cortado por lesão como ocorreu há quatro anos antes do Campeonato da Turquia. Hoje estou aqui bem de cabeça e de saúde para ajudar meus companheiros a buscar um grande resultado na Espanha. Queremos o título, mas sabemos que para isso acontecer tudo tem que ocorrer direitinho em cada segmento da equipe".Se alguns de seus companheiros preferem manter a cautela a projetar o desempenho brasileiro na Copa do Mundo, principalmente por causa da qualidade dos adversários já na primeira fase - Espanha e França estão na mesma chave -, Nenê é bastante otimista. De acordo com o jogador, Ruben Magnano tem um grupo muito qualificado e focado na competição deste ano. Desta forma, a partida contra a França, no próximo sábado, às 13 horas (de Brasília), pode significar o início de uma trajetória vencedora.

"Eu vejo um grupo bem preparado. E uma comissão técnica fazendo uma preparação adequada, com todos jogadores sem problemas de lesões, sadios, com a cabeça focada na competição, além de uma união muito forte. Isso tem me ajudado e a todos os outros jogadores. Isso é tudo para dar resultado em um trabalho. Todos querem dar o melhor de cada um nesse campeonato. Volto a falar: o céu é o nosso limite e vamos lutar para brigar por uma medalha, se possível de ouro", finalizou um dos principais jogadores da Seleção Brasileira.

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