O salão nobre das Laranjeiras foi palco de uma celebração "religiosa" na noite desta terça-feira. Muito querido pela torcida do Fluminense, o Papa João Paulo II, que faleceu em 2005, foi nomeado padroeiro do clube carioca, ao lado de Nossa Senhora da Glória.
Mulher reza próximo à estátua de João Paulo II em Varsóvia, na Polônia
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Em 1980, quando João Paulo II visitou o Rio de Janeiro, surgiram os primeiros laços entre as partes. Ele recebeu uma camisa do Fluminense das mãos de um garoto de dez anos e, desde então, passou a ser evocado pelos tricolores nos momentos mais difíceis do clube, como a fuga do rebaixamento no Brasileiro do ano passado.
Foi justamente nesta ocasião que o sócio Igor Viviani virou um dos principais responsáveis pela homenagem. Ele fez uma promessa para que o clube não descesse à segunda divisão e levou a ideia ao Conselho Diretor do clube, que a aprovou.
"Tive um encontro com o arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani, ele apoiou a homenagem do Fluminense e levou agora uma camisa tricolor para entregar ao Papa Bento XVI", contou Viviani, ao site oficial do atual líder do campeonato nacional.
Dom Orani foi representado pelo padre Nelson, que aprovou a ação. "Também fiz parte da caminhada mística de fé no ano passado e integrei a corrente de oração para o Fluminense se livrar do rebaixamento. Nunca deixei de acreditar. Quem da nossa geração não admirou o João Paulo II? Essa homenagem é válida", disse.
Richarlyson teve sua saída do São Paulo anunciada nesta terça-feira pela diretoria do clube; jogador é especulado no Fluminense
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Richarlyson era o segundo jogador com mais tempo e jogos no São Paulo, atrás somente de Rogério Ceni; no clube, conquistou o Mundial de Clubes de 2005 e o tricampeonato Brasileiro
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Richarlyson atuou no São Paulo entre 2005 e 2010
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Contratado em 2005, Richarlyson frequentou o banco de reservas por muito tempo; o atleta aparecia como opção para a meia ou a ala esquerda
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Em um dos seus primeiros jogos como volante, Richarlyson foi titular do São Paulo na finalíssima da Copa Libertadores de 2006, conquistada pelo Internacional; ele substituiu Josué, que foi expulso no primeiro jogo
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Richarlyson chegou ao São Paulo após estar perto de fechar sua ida ao rival Palmeiras
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Em 2007, Richarlyson viveu sua melhor fase no São Paulo formando ótima dupla de volantes com Hernanes
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Richarlyson enfrentou resistência de parte da torcida do próprio clube, que se recusava a gritar seu nome antes das partidas; outros são-paulinos, porém, faziam questão de homenageá-lo
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As boas atuações no São Paulo renderam a Richarlyson um chamado à Seleção Brasileira; sua estreia foi em amistoso com a Irlanda, em que o atleta foi titular na lateral esquerda
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Richarlyson ainda atuou pela Seleção Brasileira em amistoso com a Suécia, em março de 2008
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Em baixa no São Paulo de 2008, Richarlyson voltou ao time na reta final do Campeonato Brasileiro e teve boas atuações; jogador passou a oscilar quando começou a ser escalado em múltiplas posições
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Richarlyson se destacou em sua passagem no São Paulo por sua capacidade de atuar em setores diferentes do campo: jogou como meia, lateral esquerdo, volante e zagueiro
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Por outro lado, Richarlyson foi criticado por abusar de faltas, cartões, reclamações e passes errados
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Durante sua passagem pelo São Paulo, Richarlyson ganhou o apelido de "Ricky"
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Richarlyson deixa o São Paulo após mais uma expulsão, a última contra o Fluminense - seu provável futuro clube