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Após agressões, atletas do Sporting devem pedir rescisão dos contratos

18 mai 2018
13h43
atualizado às 13h43
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A próxima temporada do Sporting, de Portugal, se desenha nebulosa com as possíveis consequências e desdobramentos decorrentes da invasão sofrida ao CT do clube na última terça-feira, quando cerca de 50 torcedores agrediram membros da comissão técnica e jogadores, alguns deles gravemente feridos. Ao que tudo indica, o caminho adotado pela maioria dos atletas deve ser de rescisões unilaterais.

De acordo com a apuração do jornal A Bola, a decisão por parte do elenco não deve ser tomada em conjunto e cada jogador decidirá seu futuro com seus respectivos representantes e advogados a partir de segunda-feira, após a disputa da final da Taça de Portugal, programada para o próximo domingo, contra o Desportivo das Aves. A tendência é de que as alegações para justificar a rescisão sejam de falta de segurança e condições psicológicas.

A decisão de jogar a final da Taça de Portugal já foi considerada uma surpresa diante dos acontecidos. Na última quarta-feira, em reunião com o Sindicato dos Atletas, ficou definida a participação a fim de "honrarem as suas condições de profissionais, mesmo sem condições anímicas e psicológicas de retomarem normalmente as atividades".

Um dos cenários que pode faze com que os processos contra o clube sejam reduzidos é uma possível saída do presidente Bruno de Carvalho. Muitos dos atletas acreditam no envolvimento do dirigente com a invasão e no momento em que tudo aconteceu, por sinal, ele estava ausente do clube. Até mesmo a permanência do treinador Jorge Jesus está atrelada à renúncia.

Gazeta Esportiva Gazeta Esportiva

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