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Ancelotti vai aos EUA para observar brasileiros no Mundial e reforça proximidade com clubes

Treinador italiano estará em East Rutherford para acompanhar as semifinais e a final do torneio da Fifa

1 jul 2025 - 16h58
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A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) confirmou, nesta terça-feira, que Carlo Ancelotti marcará presença nas semifinais e na final da Mundial de Clubes, que está sendo disputada nos Estados Unidos. O técnico da seleção brasileira acompanhará de perto os jogos decisivos, reforçando o acompanhamento contínuo dos clubes e atletas do País que vêm se destacando na competição.

Carlo Ancelotti, técnico da seleção brasileira, vai aos EUA observar atletas na reta final do Mundial.
Carlo Ancelotti, técnico da seleção brasileira, vai aos EUA observar atletas na reta final do Mundial.
Foto: Werther Santana/Estadão / Estadão

A viagem de Ancelotti está marcada para a próxima segunda-feira, dia 7. Antes disso, os coordenadores Rodrigo Caetano e Juan Santos embarcam ainda nesta quarta para os Estados Unidos com a missão de acompanhar os confrontos das quartas de final, envolvendo Palmeiras e Fluminense. Os dois clubes entram em campo na sexta-feira: o time de Abel Ferreira enfrenta o Chelsea, em Filadélfia, enquanto os comandados de Renato Gaúcho encaram o Al-Hilal, em Orlando.

A presença do treinador da seleção nas etapas finais do torneio dá continuidade a um processo iniciado ainda antes de sua chegada ao cargo. Mesmo à distância, Ancelotti tem feito avaliações constantes dos atletas e demonstrado atenção especial ao desempenho dos representantes brasileiros no torneio da Fifa. De acordo com Rodrigo Caetano, o italiano já esperava atuações competitivas dos clubes nacionais frente aos europeus.

"Ele sempre acompanhou os clubes brasileiros, mesmo antes de aceitar o convite da CBF. Acredita na qualidade do futebol que se joga aqui. Quando viu os confrontos com clubes da Europa, disse: 'já era previsto que os brasileiros se sairiam bem'", afirmou Caetano, em entrevista ao Charla Podcast.

O interesse da comissão técnica também se justifica pelo elevado número de jogadores brasileiros envolvidos no torneio, mesmo entre equipes estrangeiras. O Al-Hilal, por exemplo, que eliminou o Manchester City em um duelo histórico por 4 a 3, teve como protagonistas os brasileiros Renan Lodi, Malcolm e Marcos Leonardo. No Chelsea, João Pedro, recém-anunciado pelo clube inglês, estará disponível no confronto com o Palmeiras.

Se Palmeiras e Fluminense surpreenderem nas quartas, o Brasil terá garantida a presença de um clube na decisão do Mundial, um cenário que era considerado muito improvável antes da bola rolar.

Estadão
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