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França, Espanha, Argentina e Inglaterra disputam vaga na final e prêmio superior a R$ 530 milhões

As semifinais da Copa do Mundo de 2026 colocam em jogo vagas na decisão e uma premiação recorde. Campeão pode receber mais de R$ 530 milhões da Fifa.

13 jul 2026 - 17h22
(atualizado às 17h25)
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As semifinais da Copa do Mundo de 2026 não valem apenas um lugar na grande decisão do torneio. França, Espanha, Argentina e Inglaterra entram em campo nesta semana de olho em uma premiação histórica oferecida pela Fifa, que estabeleceu os maiores bônus financeiros já pagos em uma edição do Mundial.

Com o novo formato da competição, disputada pela primeira vez com 48 seleções, a entidade reservou mais de US$ 650 milhões em premiações por desempenho, o equivalente a cerca de R$ 3,3 bilhões na cotação atual.

Inglaterra vai enfrentar a Argentina nas semifinais.
Inglaterra vai enfrentar a Argentina nas semifinais.
Foto: Portal de Prefeitura

Finalistas garantem prêmio milionário

Independentemente de quem levantar a taça, os dois finalistas já asseguram uma premiação mínima de US$ 87 milhões, aproximadamente R$ 446 milhões.

O vice-campeão receberá esse valor ao término da competição, marcada para o dia 19 de julho.

Já o grande campeão terá direito ao maior prêmio da história da Copa do Mundo.

A Fifa pagará US$ 104 milhões ao vencedor, cerca de R$ 533 milhões, considerando toda a campanha realizada durante o torneio.

Quatro seleções já asseguraram cifras elevadas

Mesmo antes das semifinais, França, Espanha, Argentina e Inglaterra já garantiram uma recompensa significativa.

Cada uma das seleções assegurou pelo menos US$ 81 milhões, cerca de R$ 415 milhões, valor destinado ao quarto colocado da competição.

Quem perder a semifinal ainda disputará o terceiro lugar e poderá aumentar esse montante.

Fifa projeta receita recorde

O crescimento das premiações acompanha a expectativa de arrecadação da entidade máxima do futebol.

Segundo o planejamento financeiro da Fifa para o ciclo entre 2023 e 2026, a organização espera arrecadar aproximadamente US$ 13 bilhões.

Desse total, quase US$ 9 bilhões deverão ser gerados apenas em 2026.

Os direitos de transmissão representam a principal fonte de receita, com previsão de US$ 3,9 bilhões, enquanto hospitalidade e venda de ingressos devem render mais de US$ 3 bilhões.

No mesmo documento, a Fifa estima gastos de US$ 3,756 bilhões durante o ciclo, incluindo despesas operacionais, transporte, arbitragem e organização do torneio.

Confira os confrontos das semifinais

A definição dos finalistas acontece nesta semana.

Terça-feira (14)

  • França x Espanha
  • Dallas
  • 16h (de Brasília)

Quarta-feira (15)

  • Argentina x Inglaterra
  • Atlanta
  • 16h (de Brasília)
Portal de Prefeitura
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