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Dirigentes e familiares de vítimas do incêndio no Fla prestam depoimento em CPI

6 fev 2020
12h17
atualizado às 12h17
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A Comissão Parlamentar de Inquérito da Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) vai ouvir nesta sexta-feira o depoimento de familiares das vítimas do incêndio no Ninho do Urubu, que no ano passado matou dez jovens das categorias de base do Flamengo.

A tragédia no centro de treinamento do clube completa um ano no próximo sábado. Além dos familiares, dirigentes da atual gestão e membros da anterior também serão ouvidos. O deputado Alexandre Knoploch (PSL), presidente da CPI, vai comandar a sessão, programada para se iniciar às 11h (de Brasília) no Palácio Tiradentes.

O atual presidente Rodolfo Landim e o ex-presidente Eduardo Bandeira de Mello receberam a convocação. Da gestão anterior será ouvidos o vice-jurídico Flavio Willeman e o vice de patrimônio Alexandre Wrobel. O vice-geral Rodrigo Dunshee e o CEO Reinaldo Belotti também receberam notificações por parte da atual gestão.

Por se tratar de uma CPI, os convocados são obrigados a comparecer, salvo caso aleguem motivos de força maior comprovados, como problemas de saúde. Nenhum dos convocados sinalizou que não vai comparecer.

Além de lidarem com a CPI, os dirigentes do Flamengo convivem com o receio de serem denunciados pelo Ministério Público, o que só será confirmado ou não em março.

Dentro de campo o elenco encerra nesta sexta-feira a preparação para o duelo com o Madureira neste sábado, às 18h(de Brasília), no Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ), pela última rodada da fase de classificação da Taça Guanabara, primeiro turno do Campeonato Carioca. O técnico Jorge Jesus vai escalar os atletas considerados titulares, pois precisa da vitória para avançar para as semifinais.

Gazeta Esportiva Gazeta Esportiva
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