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Coutinho e BH 'em casa', gol mais perdido de Vasco x Fla e outros 'causos': a rivalidade no Niltão

Vasco e Flamengo duelam, neste sábado, pela ida da semifinal do Carioca; Clássico dos Milhões já rendeu muita polêmica na casa do Botafogo

1 mar 2025 - 09h00
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Vasco 6 x 0 Botafogo pelo Campeonato Carioca de 2010. –
Vasco 6 x 0 Botafogo pelo Campeonato Carioca de 2010. –
Foto: Marcelo Sadio / Vasco / Jogada10

Palco do primeiro jogo da semifinal do Campeonato Carioca entre Vasco e Flamengo neste sábado (1/3), às 18h (de Brasília), o Estádio Nilton Santos traz lembranças agradáveis para Philippe Coutinho. Afinal, foi na casa botafoguense que o meia anotou seus primeiros gols na condição de atleta profissional. Em 24 de janeiro de 2010, quando tinha apenas 17 anos, a então promessa cruz-maltina marcou duas vezes na goleada histórica por 6 a 0 diante do Glorioso.

Vasco 6 x 0 Botafogo pelo Campeonato Carioca de 2010. –
Vasco 6 x 0 Botafogo pelo Campeonato Carioca de 2010. –
Foto: Marcelo Sadio / Vasco / Jogada10

Mas não é só o atual meia vascaíno que guarda memórias marcantes no Niltão. Também tem jogador do Flamengo que vê o palco como um lugar inesquecível e de recordações inconfundíveis. Bruno Henrique, então recém-contratado junto ao Santos, deixou o banco de reservas para garantir, com dois gols, o triunfo por 2 a 1 de virada sobre o Botafogo, pelo Estadual de 2019. O atacante iniciava, assim, uma trajetória ímpar na história do clube.

Bruno Henrique, aliás, se sentiu tão em casa no estádio alvinegro que, quatro anos depois, voltou a ser protagonista em um Botafogo x Flamengo no Nilton Santos. Ao anotar um lindo gol de fora da área, colocou fim à invencibilidade do time da Estrela Solitária em seus domínios no Brasileirão de 2023. Na comemoração, consagrou  o "chororô" em manifesta provocação ao rival.

Bruno Henrique começava a escrever seu nome na história do Flamengo –
Bruno Henrique começava a escrever seu nome na história do Flamengo –
Foto: Alexandre Vidal / Flamengo / Jogada10

Nilton Santos: Deivid perde gol inacreditável

O Estádio Nilton Santos tornou-se, ainda, o local do gol mais perdido da história do Clássico dos Milhões. Na semifinal da Taça Guanabara, em 22 de fevereiro de 2012, Deivid atraiu os holofotes após desperdiçar a chance de recolocar o Flamengo em vantagem - o placar estava 1 a 1. O atacante rubro-negro, quase em cima da linha e com o gol vazio, conseguiu a proeza de mandar a bola na trave.

Incrédulos, os torcedores rubro-negros vaiaram intensamente o jogador, enquanto os cruz-maltinos entoavam das arquibancadas o nome de Deivid. Ao fim da partida, a vitória de virada por 2 a 1 assegurou o Vasco na decisão do Estadual.

Deivid, atônito, após perder o gol mais feito da história do Clássico dos Milhões –
Deivid, atônito, após perder o gol mais feito da história do Clássico dos Milhões –
Foto: Reprodução / Jogada10

Reclamações com a arbitragem e polêmica

Vasco e Flamengo fizeram clássicos repletos de polêmica ao longo dos anos de enfrentamento, e o Nilton Santos não escapou de sediar outros dois duelos pegados pelo Campeonato Brasileiro de 2011. Pelo primeiro turno, o empate sem gols foi pior para o Cruz-Maltino, que teve um jogador a mais durante toda a segunda etapa - o zagueiro Welinton recebeu cartão vermelho por falta em Diego Souza na reta final do primeiro tempo.

Além disso, os vascaínos reclamaram acintosamente de um pênalti do lateral Léo Moura sobre o atacante Bernardo no último lance da partida e que foi ignorado pela arbitragem. Mas não parou por aí.

Diego Souza tem a camisa puxada pelo volante Williams dentro da área, e arbitragem ignora –
Diego Souza tem a camisa puxada pelo volante Williams dentro da área, e arbitragem ignora –
Foto: Marcelo Sadio/vasco.com.br / Jogada10

O encontro entre os rivais no returno foi ainda mais marcante. O Vasco tinha a possibilidade de conquistar o título brasileiro, mas amargou o vice-campeonato ao ficar no empate por 1 a 1 com o Flamengo, que garantiu classificação para a Libertadores do ano seguinte. Na ocasião, o time da Colina reclamou novamente de um pênalti não marcado, desta vez de Williams em Diego Souza. O clássico, aliás, teve as expulsões de Renato Abreu para o Rubro-Negro e de Jumar e Felipe para o Cruz-Maltino.

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