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Esportes Aquáticos

Natação (f): Gustavo Borges vê até vaidade de pais como responsável por crise

29 jul 2013 - 16h23
(atualizado às 16h27)
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<p>Temor de pais é que filhas fiquem com ombros largos, entre outras características</p>
Temor de pais é que filhas fiquem com ombros largos, entre outras características
Foto: Getty Images

Em artigo publicado em seu site oficial nesta segunda-feira, o ex-nadador Gustavo Borges analisou os motivos que fazem com que as mulheres brasileiras da modalidade tenham desempenho tão inferior em relação aos homens e também às mulheres de outros esportes. Um dos aspectos de influência identificados é a vaidade dos pais para com as filhas que praticam a natação.

<p>Vaidade não atrapalha atletas de alto rendimento, de acordo com Gustavo Borges</p>
Vaidade não atrapalha atletas de alto rendimento, de acordo com Gustavo Borges
Foto: Getty Images

“Vaidade e interferência dos pais têm peso significativo”, afirma Gustavo Borges, exemplificando. “Há um tempo, uma mãe me disse que a garota não continuaria nas piscinas porque ficaria com ombros largos e ela achava feio, além de se preocupar também com o que os outros achariam. Essa postura não é fato isolado e ocorre com frequência”. A transformação física do corpo é uma das consequências da prática da natação.

Esse aspecto se une a outros que, tradicionalmente, prejudicam o desempenho feminino na natação – enquanto os homens visam medalhas no Mundial de esportes aquáticos de Barcelona, as mulheres, no máximo, tentam final e marcas melhores, apontou Gustavo Borges. O ex-nadador listou o baixo número de mulheres praticantes, falta de referências (não há ídolos femininos) e a competição com modalidades como o vôlei, muito popular no público feminino.

A exceção é a maratona aquática, que tem em Poliana Okimoto e Ana Marcela Cunha dois grandes destaques – as duas brilharam nas provas de 10 km e 5 km em Barcelona, somando um ouro, duas pratas e um bronze. Nas piscinas, as mulheres ainda precisam evoluir muito, tendo como principais nomes Joanna Maranhão e Daynara de Paula.

A vaidade, portanto, é o último aspecto de uma lista de dificuldades de crescimento, algo não justificável, de acordo com Gustavo Borges. “As atletas que estão no alto rendimento gostam de se cuidar e devem. A vaidade não atrapalha, apenas se começar a afetar treino”, afirmou.

Fonte: Terra
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