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Messi

Ronaldinho vê equilíbrio na final e exalta Messi: 'Poderia jogar até os 50 anos'

Ex-companheiro de Barcelona, brasileiro não poupa elogios: 'Ele é o melhor do mundo há muitos anos'

18 dez 2022 - 16h34
(atualizado em 18/12/2022 às 10h21)
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O ex-jogador Ronaldinho Gaúcho se rendeu ao futebol que Messi vem apresentando nesta Copa do Mundo do Catar. Em entrevista ao jornal francês L'Équipe, ele afirmou que o jogador argentino é o destaque do torneio por liderar a sua seleção com maestria: "para mim, pode jogar até os 50 anos, porque tem muito mais qualidade do que todos os outros."

No Catar há pouco mais de uma semana, Ronaldinho está no país-sede do Mundial para o lançamento de um aplicativo que liga jovens talentos a clubes. Sobre o camisa dez, com quem dividiu treinos e jogos nos tempos de Barcelona, os elogios saem com facilidade.

Ronaldinho Gaúcho fez visita surpresa ao treino Barcelona e reencontrou os amigos Lionel Messi e Neymar.
Ronaldinho Gaúcho fez visita surpresa ao treino Barcelona e reencontrou os amigos Lionel Messi e Neymar.
Foto: Reprodução/ Twitter/ FCBarcelona / Estadão

"O nível que o Messi apresenta aos 35 anos é o de sempre. Ele é o melhor do mundo já há muitos anos. É a sua última Copa do Mundo, mas eu tinha certeza de que ele faria o que fosse preciso para vencê-la", afirmou o brasileiro.

Mas se a Argentina mostra um Messi em grande fase, Ronaldinho também vê a França com boas chances de dar a volta olímpica. O ponto de desequilíbrio, segundo ele, está no ataque.

"Mbappé tem todas as qualidades. Velocidade, drible, e na frente do gol, tem compostura. Eu adoro vê-lo jogar. Faz tudo muito bem e ainda é muito jovem. Um grande talento", disse o ex-jogador do Barcelona e do Paris Saint-Germain ao jornal francês.

A queda precoce da seleção brasileira no Mundial (acabou eliminada pela Croácia nas quartas de final na disputa por pênaltis) também foi comentada pelo ex-atleta. A boa safra de jogadores, no entanto, pode render frutos e títulos nas próximas edições da Copa do Mundo, segundo o ex-atleta.

"O Brasil também tinha um time muito bom, mas as coisas não saíram como o esperado. A seleção ainda está sob pressão. Temos um grupo de nomes surgindo com muito talento e espero que essa geração ganhe alguma coisa."

Estadão
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