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Projeto de SAF do Corinthians planeja quitar dívida do clube caso diretoria assine memorando

Idealizadores do SAFiel propõe aporte de quase R$ 600 milhões que derrubaria o transfer ban e quitaria o valor da Arena

6 jan 2026 - 20h54
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Stabile decidirá se aceita a proposta ou não –
Stabile decidirá se aceita a proposta ou não –
Foto: Reprodução / Jogada10

Os idealizadores do projeto SAFiel fizeram uma proposta à diretoria do Corinthians nesta terça-feira (06). O grupo planeja um aporte de cerca de R$ 600 milhões para quitar a dívida com a Caixa Econômica Federal, que é de R$ 550 milhões, referente ao financiamento da Neo Química Arena, em até seis meses. Além disso, o grupo quitaria, de imediato, a dívida com o Santos Laguna pela transferência do zagueiro Félix Torres, que gerou um transfer ban ao clube.

Porém, o aporte financeiro só acontecerá caso a diretoria alvinegra assine um memorando de  entendimentos com a SAFiel. Caso o acordo aconteça, os líderes do grupo poderiam prospectar investidores dispostos a aportar dinheiro no projeto. Isso não decretariaa a criação de uma SAF no Corinthians, já que é necessária uma mudança de estatuto do clube, chancelada por conselheiros e sócios.

O aporte funcionaria como um adiatamento. Se, no futuro, a SAFiel for aprovada, o grupo reverterá o valor em ações. Caso o projeto não prospere, o Timão precisará devolver o dinheiro ao grupo.

Stabile decidirá se aceita a proposta ou não –
Stabile decidirá se aceita a proposta ou não –
Foto: Reprodução / Jogada10

O que é a SAFiel?

A SAFiel é uma proposta que pretende colocar o torcedor no centro da operação, permitindo sua participação como acionista. Segundo seus formuladores, o plano prevê a criação da empresa Invasão Fiel S/A, responsável por gerir todas as atividades de futebol masculino, feminino e das categorias de base. O clube social ficaria totalmente apartado dessa estrutura.

A empresa funcionaria como uma holding com ações em duas categorias. Uma delas exclusiva para corintianos que sejam sócios ou membros do Fiel Torcedor, garantindo direito a voto na gestão da SAF. Outra destinada a investidores institucionais sem vínculo afetivo com o clube, porém sem prerrogativa de participação administrativa. Os defensores do modelo estimam uma captação entre R$ 1,6 bilhão e R$ 2,7 bilhões, valores que poderiam viabilizar um salto financeiro e operacional.

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Jogada10
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