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Gobbi nega xenofobia: 'Leila não limpa a sola do meu sapato'

Mário Gobbi não baixa o tom de críticas a Abel Ferreira, mas nega ser preconceituoso e ainda ataca a presidente do Verdão, Leila Pereira

28 fev 2024 - 00h49
(atualizado às 07h54)
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Foto: Cesar Greco/Palmeiras - Legenda: Sobrou até para Leila, ao sair em defesa de Abel / Jogada10

O ex-presidente corintiano Mário Gobbi não baixou a guarda, nem o tom de suas críticas ao técnico Abel Ferreira, do Palmeiras. Após a repercussão negativa de sua fala, que gerou até uma nota oficial da diretoria alviverde, o antigo dirigente participou de um programa na TV UOL, nesta terça-feira (27). Nele, acusou o Verdão de ter sido 'mentiroso e falso' ao acusá-lo de xenofobia contra o português.

Numa entrevista para o podcast 'Tomando Uma Com…", Gobbi afirmou que Abel 'faz o que quer' no futebol brasileiro e tem atitudes agressivas contra outros treinadores e até a imprensa. Ele ainda sugeriu que o português deixasse o país, caso estivesse tão insatisfeito com o calendário local. Mas, foi mais longe: atacou a presidente do Palmeiras, Leila Pereira, que se irritou bastante ao saber das palavras do corintiano.

"O que eu repudio na nota é a xenofobia, isso eu não pratiquei. O que eu falei está escrito. A Dona Leila não tem moral nem para limpar a sola do meu sapato. Fizeram uma nota violenta, falsa e mentirosa. Critiquei o Abel, é direito meu, não cometi nenhum crime. Só não me ponham xenofobia ou que estou provocando a violência. Quem provoca violência e revolta do torcedor é a conduta do treinador. Ele é o melhor do Brasil, mas o que já fez é um desrespeito com o torcedor brasileiro", disse Gobbi.

'Melhor procurar outro país que só joga domingo'

Mário Gobbi não perdeu a compostura e seguiu criticando Abel. Ele explicou que se sente incomodado com as críticas do português ao calendário brasileiro e voltou a sugerir que o lusitano procure outro país para trabalhar:

"Ele veio de fora, com ideias novas e tudo que reconhecemos nele. Mas isso não dá o direito a ele de querer mudar o calendário, uma cultura que está aqui há anos e não vai mudar por causa dele. Então, ficar descendo o porrete é profundamente desagradável para quem mora e trabalha aqui. Ora, se ele vê que não muda e repete as mesmas críticas, se não está feliz e não consegue treinar jogando quarta e domingo, é melhor procurar outro país que só joga domingo".

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Jogada10
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