Dorival elogia atuação do Corinthians: "Time que bota a bola no chão e joga"
Treinador analisou a partida e explicou mudança tática que fez o time vencer o Bragantino
Dorival Júnior ficou satisfeito com a atuação do Corinthians na vitória diante do Bragantino por 2 a 0, pela terceira rodada do Brasileirão. Ele comparou o desempenho do time neste duelo com a derrota da última partida, diante do Palmeiras. O treinador ainda destacou a evolução do time de um jogo para o outro.
"Processo de evolução muito grande. Para nós, em razão das dificuldades da última partida, o resultado aqui seria fundamental. Hoje precisávamos muito deste resultado, com uma boa atuação. Procuramos o gol a todo momento, mesmo iniciando com alguns desacertos. No reajuste, retomamos as condições da partida", disse o técnico, que ainda explicou as mudanças feitas na segunda etapa.
"Trocamos a função do Raniele com o Carrillo. Adiantamos o Raniele para que ele pudesse ser homem de combate e agressivo naquele setor. Adiantamos o Bidu pelo lado, fizemos a saída com três homens. Dificultamos para o adversário, que marcava nossa saída com dois homens. Nossos laterais começaram a desafogar, tivemos um ótimo trabalho de flutuação de Memphis e Garro. Alterando isso, tivemos mais posse, mais aproximação", analisou o comandante do Timão.
Dorival elogia chances criadas pelo Corinthians
Na mesma entrevista, Dorival comentou a quantidade de chances criadas pelo Corinthians em suas partidas. Apenas nesse duelo contra o Bragantino, por exemplo, foram 13 finalizações, com duas grandes chances criadas, segundo o "Sofascore". Para o treinador, esses números mostram uma característica da equipe.
"Tivemos 13 oportunidades, isso mostra que procuramos botar a bola no chão. O trabalho de bola parada tem sido fundamental, nós estamos destravando muitos jogos. Trabalho do Aurélio, Pedro e do João. Pedro Sotero que comanda a nossa equipe, desenvolve as nossas jogadas. Isso tem nos ajudado. Porém, a nossa equipe não deixa de botar a bola no chão. O Corinthians joga", iniciou o técnico.
"Tivemos quase 70% de posse bola. É uma equipe que bota a bola no chão e procura jogar. O adversário tomou três gols no ano, é um time muito consistente. Quando não fomos brilhantes tecnicamente, fomos efetivos, destravando o jogo com a bola parada, que faz parte das soluções", concluiu o técnico.
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