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Altitude de Quito que nada! Ralf admite dificuldade, mas não quer saber de desculpa

23 set 2019
22h57
atualizado às 22h57
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Não bastasse a necessidade em vencer por três gols e diferença, ou então repetir o placar de 2 a 0 para levar o jogo aos pênaltis contra o Independiente del Valle, pela semifinal da Copa Sul-Americana, o Corinthians também terá de superar os 2.850 metros de altitude da cidade que será palco do confronto.

Jogar acima do nível do mar acarreta em complicações, como a dificuldade em respirar e a velocidade da bola, que aumenta em relação ao que se tem sem a altitude. O obstáculo existe, isso é indiscutível, mas os jogadores do Corinthians não querem saber de "desculpa".

"É difícil, você tenta puxar a respiração, acho que joguei em Oruro assim também, e não vem (o ar). Tem esse ponto positivo de ir antes para se preparar, eles estão acostumados, mas a gente vai se adaptar o mais rápido para fazer um bom jogo", comentou Ralf. "A gente não pode usar isso como pretexto para nada", completou.

Ralf não quer saber de desculpa em relação à altitude (Foto: Daniel Augusto Jr/Corinthians)
Ralf não quer saber de desculpa em relação à altitude (Foto: Daniel Augusto Jr/Corinthians)
Foto: Gazeta Esportiva

"A gente vai ter de usar um pouco de experiência de se poupar um pouco para guardar o gás para um momento certo", opinou Clayson.

Previamente garantido como titular na vaga de Gabriel, suspenso, Ralf também fez seu alerta sobre qual deve ser a postura do Timão no estádio Olímpico de Quito depois de levar 2 a 0 em Itaquera.

"Antes de buscar o segundo tem que fazer o primeiro. A gente não pode se atirar de uma vez, tem que ter equilíbrio e sabedoria".

O Corinthians fará um treino fechado na LDU nessa terça-feira e depois irá conhecer as condições do gramado do palco do confronto. A delegação chegou ao Equador no início da madrugada dessa terça-feira.

Gazeta Esportiva Gazeta Esportiva
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