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Copa/Com Ancelotti e Neymar, Brasil iniciará caminhada pelo hexa no Grupo C

Pentacampeã terá pela frente Marrocos, Escócia e Haiti

1 jun 2026 - 13h25
(atualizado às 13h38)
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Liderada por Vinícius Júnior e com o retorno de Neymar, a seleção brasileira, comandada pelo italiano Carlo Ancelotti, aparece como favorita para avançar ao mata-mata da Copa do Mundo na liderança do Grupo C, que também conta com Escócia, Marrocos e Haiti.

Pentacampeã terá pela frente Marrocos, Escócia e Haiti
Pentacampeã terá pela frente Marrocos, Escócia e Haiti
Foto: ANSA / Ansa - Brasil

Em busca da sexta estrela em seu uniforme, o Brasil, que enfrentará diferentes escolas do futebol na primeira fase do Mundial, iniciará sua trajetória cercada de expectativa, mas ainda sob certa desconfiança, apesar de contar com um treinador multicampeão no banco de reservas e um elenco recheado de destaques das principais ligas europeias.

A experiente e talentosa seleção brasileira terá Vini Jr. como principal referência dentro de campo. O craque do Real Madrid contará com a companhia de nomes importantes, como Raphinha (Barcelona), Casemiro (Manchester United) e Marquinhos (PSG). O italiano Carletto também terá à disposição atletas em ascensão e vivendo grande fase em seus clubes, entre eles Igor Thiago (Brentford), Rayan (Bournemouth), Endrick (Lyon), Wesley (Roma) e Gabriel Magalhães (Arsenal).

A principal surpresa da lista brasileira é a presença de Neymar (Santos), que atuará pela primeira vez sob o comando de Ancelotti. Ainda é incerto como o astro do Santos será utilizado pelo treinador italiano, especialmente após a lesão sofrida na panturrilha, mas há expectativa de que o atacante possa jogar como falso 9 ou até mesmo formando dupla ofensiva com Vini Jr.

Embora seja apontado como favorito do grupo, o Brasil terá adversários não muito simples na primeira fase. Quarto colocado na Copa do Mundo de 2022, o Marrocos desponta novamente como possível surpresa do torneio na América do Norte. A geração que brilhou no Catar chega mais madura e ambiciosa para tentar ir ainda mais longe.

O técnico Mohamed Ouahbi substituiu Walid Regragui, responsável por conduzir os marroquinos ao controverso título da Copa Africana de Nações. Ainda assim, a espinha dorsal da equipe que competiu no Mundial no Oriente Médio permanece praticamente intacta, com Yassine Bounou (Al-Hilal), Achraf Hakimi (PSG) e Sofyan Amrabat (Real Betis) liderando o elenco.

Vale lembrar que os africanos derrotaram o Brasil em amistoso disputado antes da Copa e avançaram pelas eliminatórias continentais com 100% de aproveitamento. Outro fator motivacional para os marroquinos é o fato de o país ser uma das sedes do Mundial de 2030, ao lado de Espanha e Portugal.

Considerada uma das melhores gerações da história da Escócia, a seleção sonha em superar a fase de grupos pela primeira vez em Mundiais, após oito eliminações consecutivas ainda na etapa inicial do torneio. Presença frequente nas Copas entre as décadas de 1970 e 1990, os escoceses retornaram ao evento após mais de 20 anos de ausência.

Adversária do Brasil na abertura da Copa de 1998, a Escócia é comandada por Steve Clarke e conta com jogadores de destaque no futebol europeu, como Andy Robertson (Liverpool), Lewis Ferguson (Bologna), John McGinn (Aston Villa), Scott McTominay (Napoli) e Che Adams (Torino).

A surpresa negativa para os escoceses foi a inesperada lesão de Billy Gilmour, do Napoli, que machucou o joelho durante o amistoso contra Curaçao e não terá condições de entrar em campo no Mundial.

Por fim, o Haiti voltará a disputar uma Copa após 52 anos. A única participação da seleção centro-americana ocorreu em 1974, na Alemanha, quando Emmanuel Sanon marcou um histórico tento diante da Itália e encerrou a sequência de mais de 1.140 minutos sem sofrer gols do lendário goleiro Dino Zoff.

Os haitianos superaram seleções mais tradicionais da Concacaf, como Costa Rica e Honduras, e chegam como uma das surpresas do torneio, apesar das reduzidas chances de classificação para a fase seguinte. Um dos principais destaques da campanha eliminatória foi o atacante Duckens Nazon (Esteghlal), mas a equipe dirigida pelo francês Sébastien Migné também conta com Jean-Ricner Bellegarde, do Wolverhampton, entre seus principais nomes. .

Ansa - Brasil
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