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Chapecoense volta atrás e desiste de pedir anulação de jogo contra o Goiás

Presidente do clube, Plínio David de Nes Filho, o Maninho, ficou irritado por pênalti marcado após consulta ao VAR

11 jun 2019
21h25
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A direção da Chapecoense voltou atrás em relação às declarações dadas pelo presidente Plínio David de Nes Filho, o Maninho, e desistiu de pedir a anulação da derrota por 3 a 1 para o Goiás, jogo realizado na última segunda-feira, pela oitava rodada do Campeonato Brasileiro. A orientação partiu do departamento jurídico do próprio clube.

Maninho falou sobre a possibilidade de impugnação logo após o fim da partida, realizada no estádio Serra Dourada. Bastante irritado, ele criticou a atuação do árbitro Igor Junio Benvenuto e do restante da comissão, inclusive os responsáveis pelo árbitro de vídeo, comandados por Emerson de Almeida Ferreira.

O mandatário reclamou do pênalti marcado aos 32 minutos do primeiro tempo, com o auxílio do VAR, em lance no qual Márcio Araújo derrubou Léo Sena. Outra pauta foi a expulsão de Bruno Pacheco. "Estamos solicitando o cancelamento da partida pelos erros que ocorreram aqui no jogo de hoje", dissera Maninho.

Uma reunião realizada nesta terça-feira, no entanto, resultou na mudança de postura. Após uma avaliação dos fatores, os advogados do clube chegaram à conclusão de que não existe base jurídica para o pedido de anulação da partida. Apesar disso, o clube vai fazer uma reclamação formal à Comissão da Arbitragem da CBF.

Estadão
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