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Vaias a Dilma e protestos dividem foco da 2ª vitória expressiva da Seleção

16 jun 2013 06h59
| atualizado às 15h11
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<p>No dia da estreia da Copa das Confederações, manifestantes protestaram dentro e fora do Estádio Nacional Mané Garrincha, em Brasília</p>
No dia da estreia da Copa das Confederações, manifestantes protestaram dentro e fora do Estádio Nacional Mané Garrincha, em Brasília
Foto: Reuters

Era para ser um domingo com o foco todo voltado para a repercussão de uma estreia segura da Seleção Brasileira na Copa das Confederações. Mas os protestos nos arredores do Estádio Nacional Mané Garrincha e as vaias intensas ao presidente da Fifa, Joseph Blatter, e à presidente da República, Dilma Rousseff, fizeram com que a vitória por 3 a 0 sobre o Japão dividisse o plano.

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Já no sábado, a mídia internacional dava mais destaque à efervescência nas ruas contra a realização da Copa no Brasil e à bronca do sempre comedido Blatter no comportamento do público do que na atuação sem percalços do Brasil. Neste domingo, as bombas de gás lacrimogênio e o desconforto das autoridades com as vaias serão mais comentados do que o golaço de Neymar e bom jogo brasileiro em Brasília.

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Na entrevista pós-jogo, Felipão e os jogadores tiveram de dividir as perguntas sobre o jogo com as questões sobre os incidentes fora das quatro linhas. E tentaram fugir de qualquer complicação.

“Sobre outras situações, como tenho que observar a parte técnica do meu trabalho, a parte tática dos jogadores, não sei o que aconteceu. Não vi e não posso responder nada”, disse o técnico Luiz Felipe Scolari, em um discurso muito parecido ao de Júlio César sobre os protestos.

“É uma coisa política. Acho que melhor do que os jogadores da Seleção Brasileira, tem uma presidente, um monte de cargo politico que pode resolver isso”, disse o camisa 12.

Se no lado de fora o clima era de agitação, dentro do Mané Garrincha a Seleção recebeu apoio do público, que na grande maioria do tempo incentivou a equipe e aplaudiu a vitória por 3 a 0 construída com naturalidade. “É uma vitória segura que pode conquistar o coração do torcedor. Estamos contando com esse apoio”, disse Hernanes.

<p>Durante o jogo, torcedores incentivaram Seleção, que mostrou bom desempenho e venceu o Japão por 3 a 0</p>
Durante o jogo, torcedores incentivaram Seleção, que mostrou bom desempenho e venceu o Japão por 3 a 0
Foto: Getty Images

Se ainda não é capaz de apresentar um futebol brilhante, a Seleção de Felipão ao menos tem começado a obter resultados. Nos dois últimos jogos, contra a França, o Brasil marcou seis gols e não sofreu nenhum - marca expressiva para quem, nos quatro jogos anteriores neste ano com o time principal, tinha levado sete gols e feito seis.

Na partida contra o Japão, especificamente, o Brasil teve mais posse de bola (59%), chutou com mais inteligência (14 vezes) e teve mais pegada (desarmou 36 vezes). Teve o controle do jogo desde que Neymar abriu o placar aos 3min do primeiro tempo e ganhou embalo para enfrentar times mais fortes (México e Itália).

“Pouco a pouco vamos melhorando com a equipe. Grandes jogadores vão aparecer como hoje. A história do futebol foi feita para ser mudada. Hora de começar a mudar isso”, disse o lateral Daniel Alves.

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Fonte: Terra
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